www.acinformaticamt.com.br
www.bradonetworks.com.br
portal.riosoft.com.br
http://www.hostlocation.com.br
http://idgnow.uol.com.br
http://www.tecmundo.com.br/738-o-que-e-computacao-em-nuvens-.htm
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O computador é uma das ferramentes mais usadas nas novas narrativas |
RFID é uma sigla de “Radio-Frequency Identification”, que significa Identificação por Rádio Frequência . É um método de identificação automática feita através de ondas radiofônicas que podem recuperar e armazenar dados além de rastrear o objeto. Esta etiqueta, feita de chips de silício e antenas, pode ser implantada em pessoas, animais, alimentos e nos mais diversos locais. No jornalismo ela pode ser apresentada de acordo com a frequência de rádio e logo mais textos poderão conter esta tecnologia, logo o seu uso poderá ser rastreado e bloqueado.
Atualmente esta tecnologia ainda está em crescimento, mas logo abrangerá o maior número de produtos. Em supermercados e lojas, por exemplo, ao invés de passar produto por produto através do código de barras, o “chip” registrará todos eles ainda no carrinho e debitará automaticamente na conta do cliente, facilitando e agilizando o atendimento. Segundo Sandra Regina Matias Santana, através do site Wireless Brasil, embora utilizada nas mais diversas áreas, ela fará uma mudança radical na indústria varejista, principalmente porque o volume de vendas aumentará.
As vantagens são poder utilizar o produto sem ao menos ter um contato para uma possível leitura; molhá-lo ou mesmo passar certos produtos que possam danificá-lo sem ter este medo ou mesmo reutilizá-lo; tempo de resposta muito rápido e preciso; armazenar, ler e enviar dados de uma etiqueta para a outra, desde que ativa; prevenção contra roubo e falsificação. Porém, como nem tudo é perfeito, o RFID também tem suas desvantagens, como alto custo, que afetará até o preço final dos produtos; seu uso em materiais metálicos e condutivos poderá comprometer o alcance da transmissão das antenas; invasão da privacidade dos consumidores, tendo em vista toda a monitoração feita nos produtos, porém uma nova técnica bloqueia seu funcionamento logo quando este sai do estabelecimento.
A tecnologia da rádio frequência ajudará – e muito – daqui para frente. Ela0 poderá até acabar com o contrabando e com a pirataria, o que nem a invenção do Blu-Ray conseguiu fazer, de uma forma simplificada, entretanto mais cara. Logo mais substituirá o código de barras e aumentará a velocidade de transmissão de dados. Mais uma vez a tecnologia está aumentando e melhorando a nosso favor.
http://pt.wikipedia.org/wiki/RFID
http://eletronicos.hsw.uol.com.br/etiqueta-rfid.htm
http://www.wirelessbrasil.org/wirelessbr/colaboradores/sandra_santana/rfid_13.html
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/meta.php?meta=RFID
http://gjol.blogspot.com/2006/09/chip-rfid-nova-arma-para-combater.html
A Web TV, de forma simplificada, nada mais é do que o oferecimento de vídeo e áudio através da internet. As formas de se assistir a transmissão variam entre a própria tela de umcomputador, passando pelo uso de um iPod ou até mesmo um telefone celular e, também, em um televisor, caso o usuário tenha um decodificador. Alguns dos termos encontrados são ciberjornalismo, jornalismo eletrônico, jornalismo online, jornalismo digital, jornalismo hipertextual.
O momento atual, porém, traz características diversas daquelas que foram “denunciadas” pela Teoria Crítica e seus sucessores. Ao estudar as características do jornalismo desenvolvido para a Web, Bardoel e Deuze (2000), apontam quatro elementos: interatividade, customização de conteúdo, hipertextualidade e multimidialidade. Palacios (1999), com a mesma preocupação, estabelece cinco características: multimidialidade/convergência, interatividade, hipertextualidade, personalização e memória.
Ao longo desta década de história do jornalismo e TV na Web, é possível identificar três fases distintas. Num primeiro momento, o transpositivo, os produtos oferecidos, eram reproduções de partes dos grandes jornais impressos. Metáfora mesmo ‘atrelado’ ao modelo do jornal impresso, os produtos começam a apresentar experiências na tentativa de explorar as caraterísticas oferecidas pela rede. Interatividade, a notícia online possui a capacidade de fazer com que o leitor/usuário sinta-se parte do processo.
Conclui-se que, neste contexto, não se pode falar simplesmente em interatividade e sim em uma série de processos interativos. Adota-se o termo multi-interativo para designar o conjunto de processos que envolvem a situação do leitor de um jornal de TV na Web.
Em meio tantas polêmicas sobre a obrigatoriedade do diploma de jornalismo, lei de imprensa e ética no jornalismo, tanto os comunicadores quem vem se adaptando quanto os que já pegaram ou que pegam essa fase fazem a mesma questão a si próprios: “Que caminho jornalístico escolher diante tanto dinamismo? A Web realmente é uma plataforma capaz de abranger toda a camada populacional interessada e os assuntos pertinentes aos acontecimentos? Teremos num futuro bem próximo uma base sólida, ou seja, ambientes que comportarão de maneira sucinta o dinamismo, a rapidez e a quantidade de informações que integrarão os internautas a verem e captarem todo o vasto material que a internet e outros ambientes trazem a nós?” Atualmente, essas questões são de causar impacto em alguns que não vêem o jornalismo futurístico de maneira ampla, temos como exemplo o diretor do Grupo Promotora Informaciones (PRISA), que publica o El Pais, Juan Luis Cebrián, que acredita que em no máximo 15 anos o jornal impresso estará extinto, tanto é que, toda a estruturação, diagramação e texto do jornal Espanhol, é cada vez mais prática e dinâmica, levando em conta os aspectos e características de cada leitor que visa captar o máximo de informações em um menor tempo possível. No geral, ainda não se sabe metodicamente se o jornalismo que percorrerá o futuro em relação às novas mídias digitais, se poderão fazer necessárias para ambientes de leve e de fácil acesso, mais prático do que ir numa banca de jornal. A perspectiva é de cada vez mais surgem novas plataformas que abrangerão informações em questão de segundos, visando e objetivando crescimento do mercado midiático, é claro que, meios sólidos como o jornal ou revista também sofrerão modificações, mas que não irão acarretar em uma possível extinção, até porquê nada tirará o brilho que é absorver informações de um papel.
O falatório sobre o fim das mídias impressas não são novidade para ninguém. Hoje em dia, é cada vez mais raro encontrar alguém lendo um jornal ou uma revista. A internet vem roubando cada vez mais a cena, pela sua facilidade e sua agilidade. Hoje já é possível se ler jornais, revistas e livros, pelo celulares, Iphones e Ipads, quase que no momento em que as notícias ocorrem. Algo que não era possível nem de se imaginar a 10 anos atrás.
A web surgiu em um momento em que tudo parecia perdido. Ela tem um poder incrível e multiplicador. Com ela, surgiram novos formadores de opiniões, blogs, notícias feitas por pessoas anônimas (novos repórteres). Maneiras distintas de se analisar um mesmo acontecimento, diversas visões.
Segundo Ítalo Marcos, jornalista do NE notícias, a internet ganha a cada dia mais verba publicitária, ganhando os espaços que já foram um dia destinados as mídias impressas. Ela tem tudo para se tornar a maior mídia do mundo. Para se ter uma idéia, de seu crescimento nem em 2010, com relação ao primeiro semestre de 2007, ela obteve um crescimento de 45%.
Acredito que um dia as mídias impressas vão acabar e serão ser substituídas por outras mais modernas, como é o caso da internet. A mídia impressa tem seus prós e contras: A informação é dada de forma precisa, os jornais já tem uma certa credibilidade e para muitos ainda existe o prazer de se sentar e ler um jornal tomando um café. Por outro lado, o crescimento das mídias digitais aumento as exigências de qualidade, o que exige a necessidade de cooperação entre os profissionais. Na mídia impressa, a interatividade é mais difícil de ser conseguida, e a impressão acaba ficando mais cara.
Fontes pesquisadas:
http://www.agenciavisivo.com.br/blog/index.php?/archives/3-Pros-e-Contra-da-Midia-Impressa.html
http://ruanoblog.blogspot.com/2010/03/o-fim-da-midia-impressa.~ html
http://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/google-yahoo-e-o-fim-da-midia-impressa/
http://www.techlider.com.br/tag/a-extincao-da-midia-impressa/
O direito à informação é para toda e qualquer pessoa que tenha curiosidade em saber. Com o advento da internet, tal busca pelo conhecimento torna-se mais fácil, rápida e dinâmica. Adaptando-se às mudanças, o meio eletrônico possibilita que sejam dadas várias vertentes sobre um mesmo assunto, um turbilhão de informações por todos os lados. A questão é que, com a modernização do meio eletrônico, a prática do ”Ctrl C + Ctrl V” tornou possível que textos tenham a autoria plagiada por mais de uma pessoa. Logo, até que ponto o texto que lemos pertence realmente ao referido autor?
Paulo Cezar Santos Ventura e Denise Eler discutem a interação do sujeito com elementos científicos e tecnológicos da vida social, processo interdependente dos processos de alfabetização e de apropriação. Assim, a web influencia exponencialmente a utilização de obras na internet, uma vez que, colocada em domínio público, torna-se, em partes, propriedade de quem a acessa.
Quando algum conteúdo é postado na internet, ele está sujeito a cópias para outros endereços e, provavelmente, será copiado. A lei n◦ 9610, art. 45 discrimina as hipóteses de que quando se coloca algo em domínio público, pode originar obras derivadas, que não são necessariamente consideradas plágio ou cópia ilegal. Para que uma obra seja original, precisa ser nova e possuir marcas e patentes. Com o crescimento das mídias sociais, internautas apropriam-se de textos e fotos de outrem nas próprias páginas pessoais. O link direto ajuda que o autor original leve os créditos por sua obra.
O fato é para que a obra seja postada na internet pelo seu autor, ele, automaticamente, concorda com a cópia; isso não significa que fique satisfeito em não levar os créditos, mas sabe que está sujeiro a isso. O mundo globalizado depende da internet e das informações que ela proporciona. Muitos autores, como os de sites de notícias, escrevem com o intuito de divulgar a obra. "Autor e autoria" torna-se um conceito relativo no momento em que autores se aproveitam desse furto de informações para disseminação da própria opinião. E aquele que julga a prática ruim, deve entender a quantas anda a autoria na internet antes de apertar o "enter" e navegar no meio público.
O aparecimento de um novo meio de comunicação, a Internet, introduziu na sociedade novas rotinas, conceitos e públicos. A identidade na web faz da interatividade e objetividade seus pontos mais fortes. Porém sua maior dificuldade é despertar o interesse do leitor e fazê-lo ler um texto integralmente, pois os usuários dispõem de pouco tempo e procuram sempre a praticidade. Professores, estudiosos e os próprios jornalistas discutem a identidade e a evolução do jornalismo na internet. O jornal “O Globo” publicou uma matéria no mês de agosto de 2010, onde mostra a mulher que reinventou o jornalismo on-line. Ariana Huffington (EUA) criou o maior sucesso do jornalismo na web, o conhecido “Huffington Post”. Essa ferramenta é utilizada como uma arena de debate on-line, com participação de blogueiros que postam gratuitamente, e com noticiário ágil e interativo, atraindo milhões de usuários.
Segundo o professor de jornalismo gráfico da Universidade Federal de Santa Maria, RS, José Antonio Meira da Rocha em seu site discute sobre jornalismo on-line, onde em uma pesquisa informal entre os usuários da web, mostra que os participantes apontaram principalmente para a instantaneidade, interatividade e arquivamento de noticias como um dos pontos altos da mídia digital. Na visão de Jacob Weisberg, presidente do Slate Group, empresa que edita a revista digital Slate.com, os webjornalistas devem usar uma linguagem cada vez mais coloquial e intimista como as dos blogs. “Quando se escreve em um meio digital, há uma relação muito próxima com o leitor, é como escrever um e-mail para ele, o leitor comenta sua informação e ainda passa adiante através das redes como Twitter, facebook, por isso é preciso ter um tom mais intimista”. Atualmente essas redes desenvolvidas criam uma identidade, no qual permite o receptor a interagir com o jornal e funcionar posteriormente como fonte, proporcionando ao leitor vídeos, imagens, sons, tudo que complementa a informação e podendo ser visto por redes mundiais.
Os jornais on-line ao mesmo tempo em que proporcionam uma identidade muito positiva sobre o individuo, geram também algumas questões e problemas. Por exemplo, o hipertexto permite o leitor compreender a informação da forma que achar conveniente, deixando o jornalista sem controle da situação comunicacional, gerando significados não pretendidos. Já a interatividade gera pressões sobre os jornalistas podendo deixar o leitor frustrado, quando a informação causa uma reação insatisfatória, porém a interatividade permite o jornalista buscar a informação de várias maneiras e do mundo todo.
Portanto a identidade do jornalismo on-line tende a evoluir cada vez mais, com a proposta de sempre levar a informação de forma ágil e objetiva. Porém todo e qualquer meio de comunicação têm seus problemas que podem ser resolvidos com criações de novas ferramentas que vão sendo moldando de acordo com novos usuários.
A narrativa literária costuma se apresentar em forma de prosa, mas pode ser também em versos (Epopéia, Romanceiros). Se tivermos de definir o texto narrativo de forma sucinta, citando Carlos Reis, por exemplo, diremos que o texto narrativo é um processo de exteriorização, uma atitude objetiva e baseada na sucessividade. Apesar de aparecer comumente em prosa, a narração pode existir em versos. São verdadeiras narrativas em versos, com ação, personagens, sucessão, integração e significação.
Com esta prática de fazer jornalismo com o menor número de palavras possível, percebemos que nos dias atuais a informação tem que ser filtrada por várias e várias vezes, para que, os leitores em geral tenham a informação rápida e objetiva. Claro que não é a mesma coisa de se pegar um jornal e ler a reportagem completa, porém, com o tempo cada vez mais curto entre uma notícia e outra, está é a forma adotada muitas vezes por jornais, revistas, e principalmente sites.
Analisando este termo, tenho a impressão de que este tipo de texto será cada vez mais utilizado pela imprensa em geral. O mundo globalizado faz com que todos saibam o que está acontecendo agora, já, em cada região do planeta. Principalmente na web onde as micronarrativas são usadas já a algum tempo, vejo que o fluxo de notícias fará com que seja imprescindível a arte de cortar palavras.
Fontes pesquisadas:
www.minguante.com/?faq=g2 http://pt.wikipedia.org/wiki/Modo_narrativo http://pt.wikipedia.org/wiki/Narratologia http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1838&titulo=Micronarrativa_e_pornografia
O crescimento da participação das redes sociais dentro das atividades jornalísticas ao longo dos últimos anos é bastante notório. De acordo com levantamento feito pela S2 Comunicação Integrada, 80,1% dos jornalistas com acesso às redes sociais acabam utilizando-as profissionalmente. Talvez o exemplo que melhor ilustre essa questão seja o Twitter, que oferece acesso ilimitado a uma série de fontes – sejam elas figuras da política, da economia ou do esporte.
Isso acaba possibilitando que o repórter tenha acesso à matéria-prima de suas produções a partir da redação, sentado em frente ao computador, sem a necessidade de ir a campo para entrevistar a pessoa em questão. Estas redes sociais, em especial o Twitter, são utilizadas por um número cada vez maior de pessoas, que podem escrever qualquer tipo de comentário, desabafo ou mesmo descrições de experiências que estão vivendo. Muitas declarações de gente que aparece nos noticiários diariamente são pinçadas aí.
Sites como o Orkut e o Facebook servem também como “feedback” aos jornalistas. O impacto e a qualidade de uma matéria podem ser analisados a partir de comentários feitos pelos usuários. Outra utilidade demonstrada por estas redes é a facilidade de acesso às assessorias de imprensa, que possuem também, em sua grande maioria, perfis para divulgarem seus materiais.
No entanto, mesmo com toda a facilidade e comodidade que as redes sociais apresentam no que diz respeito ao deslocamento para chegar às fontes, é indispensável que os jornalistas jamais deixem para trás uma das práticas mais essenciais da profissão: a apuração da informação.
Fontes pesquisadas:
http://www.jornalistasdaweb.com.br/index.php?pag=displayConteudo&idConteudo=3801
http://leandrojornalista.blogspot.com/2011/04/os-jornalistas-nas-redes-sociais.html
Websemântica busca unir informações de forma ordenada e com significado próprio via: inovedesigner.blogspot
A websemântica visa criar mecanismos que possibilitem que a máquina entenda uma linguagem e atribuía significado a ela. "Machine-understandable Information", esta é a definição da categoria, segundo o "pai da Web", Tim Berners-Lee. O principal mecanismo da websemâtica é o XML que possibilita descrever semanticamente os dados. Isso ajuda a localiar melhor os fatos de interesse jornalístico.
Existem duas maneiras de abordagem diferente para a websemântica, a Bottom up, que tem como objetivo indexar tags, o que criar grandes complicações pelo excesso de texto a passarem pelo processo e a Top down, que também não é uma alternativa viável por sofrer com o mesmo problema. Podemos citar como estudiosos da ferramente como Alex Iskold.
O processo para criação do XML, principal ferramenta da websemântica ainda é muito complexo. Para montar o banco de dados de conversação todos os participantes da plataforma precisam estar em harmonia, pois senão o sistema não entra em pleno funcionamento. Os estudos da websemântica ajudaram a conseguir informações e forma mais rápida e precisa, diminuindo o tempo de pesquisa e economizando tempo.
A tendência é que a websemântica seja usada por empresas para montar bancos de dados e dar um novo formato e visual aos programas de busca. A melhora na indexação de informações na web, são outros benefícios previstos. No entanto a agilidade e precisão dos dados obtidos são é o principal beneficio da tecnologia, como ressaltou Berners-Lee, James Hendler, Ora Lassila e Rubens Queiroz.
Fontes pesquisadas:
http://www.comciencia.br/reportagens/internet/net08.htm
http://www.inovacaoenegocios.com/2008/08/web-semntica-10-exemplos-para-entender.html
http://www.w3.org/DesignIssues/Semantic
http://www.linux.ime.usp.br/~cef/mac499-04/monografias/fbdo/node8.html