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quarta-feira, 28 de maio de 2008

Classificados on-line

Classificados on-line: um otimo empreendimento

Uma importante fonte de receitas das publicações digitais está nos serviços de classificados online.
Uma pesquisa realizada pela Universidade de Navarra com o apoio da McClatchy Newspapers mostra que os classificados on-line representam cerca de 20% das receitas dos sites de jornais na Web, ao passo que a publicidade corresponde a uma média de 35%.
Assim como nos jornais impressos, o negócio de classificados também pode ser bastante lucrativo na Internet.
Um dos mais avançados serviços deste tipo na rede é o NewsClassifieds, da News Limited da Austrália. Trata-se de um site na Web com classificados de mais de cem jornais australianos. Na seção de empregos, os anúncios são produzidos no formato HTML e os visitantes têm a opção de enviar seus currículos por e-mail.
No Brasil, os melhores serviços de classificados on-line são os da Folha de São Paulo e do Jornal do Brasil, que disponibilizam na Internet todos os anúncios publicados nas suas edições impressas. Nestes jornais, o leitor pode acessar todas as ofertas disponíveis por categoria (imóveis, empregos, veículos, etc) ou utilizar mecanismos de busca que tornam mais rápida a consulta quando o usuário já sabe exatamente o que está procurando. Outro jornal digital nacional que tem uma interessante seção de classificados é O Estado de São Paulo. No entanto, ao contrário da Folha e do JB, o Estadão online limita-se aos classificados de imóveis (Net imóveis) e de empregos (Net job) e não disponibiliza em seu site todos os anúncios veiculados em sua versão impressa.


sexta-feira, 9 de maio de 2008

A Importância da comunucação


Comunicação é o intercâmbio de informações entre sujeitos e objetos ,também pode ser definida como a materialização dos nossos pensamentos ,que são passadas e reinterpretadas pelos receptores.Já comunicação humana se desenvolve em diversos campos de diferentes naturezas, dos quais podemos destacar dois enfoques distintos: a comunicação em pequena escala, e a comunicação em larga escala ou comunicação de "massa". Em ambos os casos, o ser humano passou a utilizar utensílios que passaram a auxiliar e a potencializar o processo de produção, envio e recepção das mensagens. A tecnologia passou a fazer parte da comunicação humana, assim como, passou a participar da maioria das atividades desenvolvidas pela humanidade ao longo do seu desenvolvimento.Outra forma de comunicação é a segmentada a mesma esta relacionada ao desdobramento do modelo de Comunicação de Massa. Ela ocorre pelos meios de comunicação tradicionais como jornais, rádios, TVs, Cinema, cartazes ou internet, porém, diferentemente do modelo de massa, atinge grupos específicos, classificados de acordo com características próprias e preferências similares. A Comunicação Segmentada tem a particularidade de atingir um número menor, porém mais específico, de receptores ao mesmo tempo, partindo de um único emissor.De acordo com pesquisa feita em 2000 por um instituto norte-americano que estuda padrões de leitura on line, leitores de notícias na Web preferem texto a imagens. Segundo o estudo, fotografias e gráficos perdem a importância em sites de notícias. Esse tipo de informação é fundamental para se planejar, editar e publicar o conteúdo dos jornais on line.Pode-se destacar duas formas de jornalismo na Internet. Uma delas é a informação puramente on line, em tempo real. A outra são os sites de publicações especialmente da mídia impressa, transportados para a Internet. Estes, na maioria das vezes, apenas reproduzem o conteúdo da mídia impressa. Em alguns casos, sem adequar a forma do papel aos padrões da Internet.No jornalismo on line, mudam também as relações de trabalho. Não basta o repórter redigir o texto e passar ao editor. A atividade passa a ser desenvolvida em conjunto. Além do redator e do editor, é necessário um grupo técnico que envolva um especialista em multimídia. Os repórteres têm de se habituar a trabalhar em parceria com o técnico e o designer.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Para onde vai o jornalismo

Por onde vai o Jornalismo

No que se refere aos meios de comunicação, os avanços da tecnologia certamente colocaram à disposição do ser humano uma infinidade de vantagens em relação ao início do século XX, quando as primeiras empresas jornalísticas começaram a se estruturar profissionalmente.
Em cem anos, o homem superou o espaço-tempo da informação distribuída a cada 24 horas, nos jornais, para atingir o jornalismo on-line que disponibiliza a informação quase ao mesmo tempo em que o fato está acontecendo, assegurando níveis de atualização jamais imaginados nos tempos pioneiros do jornalismo.
Pesquisadores e estudiosos, alertados para a vertiginosa escalada de mudanças nos paradigmas da área, indagam-se sobre os resultados que tudo isto terá na relação entre quem produz o texto informativo e quem o recebe.
Buscando respostas sobre as tendências desse novo jornalismo, as pessoas que se interessam pela área acompanharam com atenção o 53º Congresso Mundial de Jornais, realizado no Rio, de 9 a 14 de junho último, com a presença de 1.300 participantes, representando 71 países. Discutiu-se amplamente o tema “A Imprensa do Próximo Século e a Reorganização das Empresas Jornalísticas”, com ênfase para o papel da Internet no meio informativo. Paralelamente foi realizado o 7º Fórum de Editores.
Timothy Balding, sabe, entretanto, que o futuro jornalista deverá estar habilitado a produzir conteúdos que alcançarão o receptor através de multimeios como TV, Rádio, Televisão, Jornal Impresso, Internet...Narrou a experiência do “ Orlando Sentinel”, da Flórida-EUA, onde os repórteres fazem, num só dia, matérias escritas, trabalham como âncoras na TV, apresentam notícias no Rádio e preparam matérias para a Internet.
Mostrando que os jornais eletrônicos trazem nova audiência para a mídia impressa – ao invés de destruí-la como chegou a imaginar Bill Gates – Balding afirmou que os anunciantes estão perdendo a confiança na TV aberta devido à queda de audiência. Os usuários estão emigrando para a Internet na medida em que o computador vai chegando a um número cada vez maior de casas.
Para o jornalista brasileiro Rosenthal Calmon Alves, professor da Universidade de Austim, no Texas, não se deve esperar que o formato atual do computador dificulte o acesso das pessoas ao jornalismo eletrônico porque já existem aparelhos que permitem ler o jornal em qualquer lugar, sem uso de papel. Ele prevê que “ logo tais aparelhos estarão tão eficientes e baratos que as pessoas vão carregá-los consigo e as empresas terão que produzir conteúdos, notícias escritas ou imagens para abastecê-los”.
De acordo com a diretora de Jornalismo do jornal carioca “ O Dia”, Ruth de Aquino, presidente do 7º Fórum Mundial de Editores, a alternativa dos jornais, hoje, está na “convergência de mídia”, ou seja, na possibilidade de um grupo de comunicação produzir sites, jornais, rádios e tevês. Segundo ela os jornais sabem que são uma usina de conteúdo e quanto vale ter uma redação que está produzindo informações para todo tipo de mídia.
Isto exigirá um profissional cada vez mais qualificado e em sintonia com as novas tecnologias.
Antes que a Internet complete sua primeira década, o leitor habitual de jornais terá se transformado em seu próprio editor, selecionando e imprimindo em casa apenas o que lhe interessa, segundo avaliação de Gunther Bottcher, diretor-executivo da Infra, empresa de consultoria tecnológica ligada à Associação Mundial de Jornais. Segundo ele as novas tecnologias conectarão o leitor diretamente com os centros de produção dos jornais, permitindo imprimir em casa ( home printing ) um jornal de 48 páginas, em um a três minutos, antes mesmo que a edição de papel esteja em circulação convencional ( bancas e assinantes ). Isto permitirá aos jornais enfrentar a concorrência da própria Internet.
Quem fala na nova economia da Internet fala em grandes números. É assim também no jornalismo on-line que vem conquistando novos usuários o tempo todo, o que significa incorporar, também, fatias cada vez mais expressivas do mercado publicitário.
Segundo o diretor da Media & Entertainment Research, Christopher Charron, “em cinco anos 18% da verba publicitária normalmente destinada à mídia impressa, será desviada para a Internet”. O setor de classificados é o que está emigrando mais rapidamente para a rede. Dentro do segmento de classificados, os produtos que despertam mais interesse dos usuários de computador são os empregos, os carros e os imóveis.