quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Desafios e desafios
Andreza Von Linsingen, quando estava no 6º semestre do curso de Jornalismo, recebeu uma proposta para estagiar na Assessoria de Imprensa da Universida de Mogi das Cruzes, como tudo era novidade em sua vida, lá estava ela para colocar novos desafios em sua vida, pois essa oportunidade iria lhe ajudar muito na sua vida profissional.
No começo era tudo muito estranho, coisas que nunca tinha visto antes, atividades completamentes diferentes do seu dia- a- dia, mas tinha ao seu lado, uma pessoa maravilhosa, que irá agradecer pelo resto de sua vida, que lhe auxiliava o tempo todo, que era o então assessor, o jornalista Evaldo Novelini. Mas Novelini terminava seu trabalho às 14h, então ela era obrigada a administrar sozinha no período da tarde a assessoria. Com isso, parecia que a partir do horário que ela necessitava ficar sem um auxilio tudo acontecia. Era uma correria para lá outra para cá, entrevistas com professores da instituição, coberturas de eventos internos e externos, mas a cada dia que passava tudo servia como experiência em sua vida, e com toda essa correria e esforço aprendeu muito. Foi uma experiência muito boa em sua vida que durou oito meses. Infelizmente por alguns motivos teve que deixar a assessoria.
Agora Andreza está estagiando na Rádio Transcontinetal, apesar de não estar totalmente voltada para a aréa que tanto ama, está aprendendo muito e conhecendo novos caminhos. Mas seu grande sonho sem dúvidas é trabalhar em um jornal da Grande São Paulo e sim começar a trilhar sua carreira como uma "Excelente Jornalista".
Uma grande paixão é o jornalismo policial, e ela tem a convicção que essa área irá lhe fazer se sentir uma jornalista totalmente realizada. Para Andreza, ser jornalista não é facíl, mas acredita que busca forças para os desafios, e não desisti jamais. E sim, a cada dia que passa luta para conseguir alcançar seus sonhos.
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
A arte de aprender escrever bem na publicidade e jornalismo

Vida de estagiária
Embora esteja engatinhando na profissão, ser jornalista sempre foi uma vontade de Laís Yumi, filha de uma professora com um autônomo, a jovem iniciou o curso de comunicação social, habilitação em jornalismo na Universidade de Mogi das Cruzes (UMC) com grandes incentivos de seus pais, que apesar de duvidarem da profissão no mercado de trabalho nunca deixaram de acreditar na capacidade de sua filha.
Mas o que fez a estudante realmente dar o primeiro passo foi quando ela entrou na assessoria de imprensa da UMC, como estagiária, lá ela conheceu um grande jornalista chamado Evaldo Novelini, colunista e conselheiro do jornal O Diário de Mogi. Ele até então, assessor da universidade deu dicas e ajudou a jovem a conhecer melhor o mundo do jornalismo. Porém após dois meses no estágio, devido um problema interno Novelini se afasta do cargo e ela é obrigada a ‘tocar’ a assessoria da UMC sem o auxilio de um jornalista. Na esperança que os responsáveis pela instituição encontrassem um assessor para substituir o jornalista, ela continuou os serviços, com dificuldades porque não tinha nenhum conhecimento da profissão, além disso, seus superiores pareciam não estar preocupados, pois ela dava ‘conta do recado’. Isso foi desgastando o ânimo de Laís. Foi então que ela decidiu tomar novos rumos. E depois de uma proposta ela partiu para o jornal Diário de Suzano.
O periódico suzanense abriu uma nova porta na vida da futura jornalista, por estar no horário da noite, no chamado ‘fechamento’ da edição, sua função é montar a editoria Economia, auxiliar na revisão de textos e cobrir fatos noturnos, seja pautados ou momentâneos (factuais). Geralmente nas redações, cada jornalista tem sua editoria. Quem faz o caderno de esporte, por exemplo, apura somente assuntos relacionados a esportes. À noite, ela não tem está escolha, pois já realizou matérias desde educação a policiais (veja algumas matérias aqui). Outro fator que pode ser considerado contra, é o deadline, pois o tempo para a captação de informações até a formação do texto, para estar nas bancas amanhã cedo é curto. Mas ela não vê como um empecilho e sim como mais uma forma de aprender.
Um dos casos onde teve que se superar foi na apuração de uma discussão entre partidos no período eleitoral desde ano. Quando passado das 19h30 ela teve que se encaminhar até um posto, onde houve uma briga com socos e ponta pés entre militantes do partido dos trabalhadores e os dos democratas. Porém ao chegar ao local, ela recebe outra informação, que na verdade houve uma briga sim, mas em outro local da cidade. Então a reportagem corre até o distrito policial central para saber o que aconteceu. Chegando lá, mais uma noticia, os principais envolvidos estavam na Santa Casa da cidade. Mais uma corrida, pois os envolvidos não haviam efetuado o boletim de ocorrência. Foi então que finalmente ela os encontrou no hospital e conseguiu abordar as fontes para a matéria. Nisso já passava das 21h30 minutos e ela tinha que produzir a reportagem o mais rápido possível, mas conseguiu e matéria foi publicada no dia seguinte.
Superação para Laís é tudo, pois nunca fala não dá ou não consigo. Este é uns dos motivos que a faz com que tenha cada vez mais ânimo e vontade de praticar o jornalismo, superando dificuldades. Seja na profissão, seja na vida.
Problemas tudo se Resolve

Na sala de aula no CAP localizada no espaço cultural na UMC a professora Marilucy Cardoso estava ensinando como fazer matéria para telejornalismo a cada paço ela nos ensinava, então até ai... Ela marcou um telejornalismo e pediu para cada seus alunos formassem em dupla.
A aluna Patrícia Do Vale estava se preparando para fazer uma matéria sobre obras em César de Souza ela não sabia como fazer pauta estava confusa aí que começou o problema.
Então a Patrícia recorreu para a Marilucy e pediu para explicar como fazer a pauta ,pois a pauta que ela tinha dado para Patrícia seguir como exemplo, mais ela não conseguiu seguir o exemplo, professora explicou para a Patrícia como deve fazer pauta, ela foi fazer pauta, entrou contatos com os proprietários do restaurantes no local. Era bom de mais para ser verdade alguns dias as obras já tinha concluído, mas uma vez ela teve que fazer outra pauta.
Patrícia ficou frustrada que chegou a pedir a ajuda do cinegrafista Eduardo então ele deu uma sugestão “agricultura”, mas a Patrícia achou que é meio difícil, mas a ela teve outro plano melhor leu a reportagem sobre a lei do fumódromo.
Patrícia trouxe sugestão, no dia seguinte foi falar com Eduardo e pediu uma opinião, ele leu a sugestão que era à “Lei do Fumódromo”, “UMC que estava fazendo uma pesquisa que pode plantar como arvores, flores na terra contaminada na área antiga da fabrica Cosim que fica em Mogi das Cruzes”.
Eduardo falou para ela que fizesse a Lei do Fumódromo que seria fácil, ela coletou todas as informações sobre a lei e foi até a Câmara Municipal de Mogi das Cruzes, entrevistou o vereador Antonio Lino que propôs a lei e foi votada pelos vereadores na própria câmara.
Então até aí ela achou que não ia dar problemas, mas o problema estava chegando, desocupar a fita, Patrícia do Vale ficou quase uma ou três semanas praticamente ficou morando dentro da universidade foi cansativo sentiu dificuldade de desocupar a fita Patrícia estava rezando para não ter que superar de novo como fazer a pauta estava pegando todas as respostas dos entrevistados, e, mas uma vez o cinegrafista ajudou e assim Do Vale superou todos os problemas assim como nas atividades aprendizagem nas outras aulas.
Marilucy viu todas as reportagens produzidas pelos seus alunos, viu a reportagem a Patrícia fez e disse algumas coisas o que estava certo e errado, ela teve que superar, mas um pouquinho a professora pediu a aluna Patrícia fazer um link, então ela não teve sucesso no link, a aluna chegou concluindo que toda vez que a professora pedia para a Patrícia fazer reportagem sobre obra ou fazer link, boletim, não dava certo.
Patrícia aprendeu com todo esse sofrimento, isso só não acontece com jornalistas mais sim acontece com todo mundo, apesar de que jornalista leva uma rasteira e depois levanta é assim mesmo na vida real, não podemos desistir por que acha que o problema só aumentou e não consegue resolver, tudo se passa essa superação.
Dificuldades enfrentadas pelos profissionais do jornalismo
Dificuldades enfrentadas pelos jornalistas não são poucasA atividade jornalística propicia a articulação de pensamento crítico, além de ser o meio mais eficiente de diálogo dentro da sociedade. Significa responsabilidade para tentar construir uma sociedade democrática dando voz a todos. Os trabalhadores dessa área da comunicação devem transmitir notícias objetivas, coesas; buscando sempre a imparcialidade dentro de suas matérias e profissão.
O jornalista tem que ter consciência que uma informação equivocada pode causar grandes estragos na vida de uma pessoa, família, empresa, enfim na sociedade. O jornalista não tem apenas o dever de escrever, narrar e criticar o fato ocorrido. Deve ter o propósito de implementar a cidadania. Com humildade e bom caráter o profissional que se diz, realmente, o jornalista consegue através de seu texto, ou qualquer outro meio de comunicação, abrir mentes, tornado-as críticas e reflexivas.
Para a aluna do curso de jornalismo Mariane Binoki não foi diferente, ciente de que poderá enfrentar situações perigosas e muitos obstáculos no caminho, uma vez que não permanecerá para sempre na frente de uma câmera, dentro de uma editora ou atuando como repórter. Irá para as ruas em busca de matérias, novas pautas ou pra cobertura de uma guerra. Podendo sofrer represálias psicologicamente e fisicamente. Muitas vezes entrará em conflito consigo próprio, com seus princípios. Mesmo conhecendo aos poucos as dificuldades que poderá aparecer em seu caminho, à estudante está disposta a adaptar o jornalismo a sua vida.
Mariane consciente que o piso salarial de um jornalista não é atrativo declara que “somente quem ama essa profissão deve seguir carreira”. Entretanto se o profissional se destaca dos demais, fazendo sempre o seu melhor, porém com “um diferencial”, seu valor é reconhecido e, assim, ser remunerado com a devida quantia que merece. A jovem que escolheu a profissão por ser muito comunicativa e também para conhecer e fortificar seus laços com os contatos sabe que toda a profissão tem seus prós e contras. Ser jornalista tem seu lado glamuroso, mas se confronta também com seus princípios. Além do estresse da correria, da hora exata para entregar as matérias, pautas e conseguir furos extraordinários.
Para a aluna Mariane ser jornalista, diante da tamanha complexidade do universo da Comunicação, é ter a capacidade de melhor organizar e selecionar a quantidade crescente da informação, defendendo o que há de mais essencial primado da verdade. Ser jornalista hoje é ser um profissional constantemente atualizado, preocupado com a questão da formação e da qualificação.
O jornalista deve ser ambicioso, ter idéias e não se deixar amedrontar por facínoras. Como você vê, caro leitor, ser um bom jornalista não é fácil, mas a tentativa vale a pena!
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Professor: chave para o sucesso
Para a aluna Eloá Godoy conciliar a vida acadêmica com a atual vida profissional e pessoal é um grande desafio também. Muitas vezes é necessário abdicar de algo, quase sempre a vida pessoal. Não sobra tempo nem dinheiro para cuidados pessoais de estética e vida social. Que horário fazer unhas? Como sair com os amigos e namorar se é preciso estudar? Realmente é preciso muita disposição e força de vontade para conciliar todas as atividades.
O virtuosismo do virtual

O convívio em sala de aula, quase que diariamente- ela faltava muito no início -, a fez despertar para um outro lado que não imaginará nos primeiros dias de curso: as diversas possibilidades de mercado dentro do jornalismo. A pouca intimidade com a linguagem do mundo dos websites noticiosos ou mesmo com os blogs, a fez perceber como é amplo o horizonte.
Apesar de manusear diariamente seu computador, afinal hoje o aparelho é ferramenta indispensável de trabalho, não “navegava” por muitos locais desconhecidos e nem mesmo tinha vontade. Procurava apenas o que era necessário e pronto. Quanto antes pudesse desligar a máquina era melhor. Nunca entendeu essa necessidade de contatos virtuais, de pesquisas incessantes. Mas é claro que mantém um endereço eletrônico, afinal não ter um e–mail seria absurdo.
Durante as aulas de webjornalismo pode então, compreender como o universo virtual pode ser atraente, não só para os aficionados leitores, ou melhor usuários, mas para quem os produz. As inúmeras possibilidades do google para criação de textos, por exemplo, foi uma descoberta adotada que ela adotou em seu cotidiano. Este relato, ela garante, pode parecer esdrúxulo, mas talvez fosse algo que demorasse a reconhecer como um campo interessante do jornalismo.
Apesar das muitas limitações existentes ainda no relacionamento com a “internet”, no que diz respeito a produção para o meio, ela já consegue, pelo menos, postar um texto. No começo, não conseguia inserir fotos, legendas. Depois foi ficando mais fácil, mas ainda não seguia a risca as recomendações do professor. Hoje melhorou.
Porque esta seria uma superação, algo novo? A resposta não é dada com exatidão. Segundo a moça, deve ser porque dentre todos os outros segmentos da profissão esta talvez nunca tenha chamado a sua atenção. A escrita é prática diária, a televisão experimentou os bastidores e confessa que muito pouco gostou. O rádio, fica para uma segunda explanação, não tem uma opinião formada ainda. Agora a web, essa nunca havia lhe chamado a atenção.
Em uma conversa com uma amiga, há tempos, soube de um site especializado somente em notícias de turismo, com fotos, textos, curiosidades. Na época nem prestou atenção, hoje nem sabe o endereço. Até o fim ela preferiu manter o nome em segredo, pois acha o importante não é quem ela era, mas o que aprenderá. Porém , no fim, enfim revelou: Mariana e só.


