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terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Dificuldades enfrentadas pelos profissionais do jornalismo

Dificuldades enfrentadas pelos jornalistas não são poucas




A atividade jornalística propicia a articulação de pensamento crítico, além de ser o meio mais eficiente de diálogo dentro da sociedade. Significa responsabilidade para tentar construir uma sociedade democrática dando voz a todos. Os trabalhadores dessa área da comunicação devem transmitir notícias objetivas, coesas; buscando sempre a imparcialidade dentro de suas matérias e profissão.
O jornalista tem que ter consciência que uma informação equivocada pode causar grandes estragos na vida de uma pessoa, família, empresa, enfim na sociedade. O jornalista não tem apenas o dever de escrever, narrar e criticar o fato ocorrido. Deve ter o propósito de implementar a cidadania. Com humildade e bom caráter o profissional que se diz, realmente, o jornalista consegue através de seu texto, ou qualquer outro meio de comunicação, abrir mentes, tornado-as críticas e reflexivas.
Para a aluna do curso de jornalismo Mariane Binoki não foi diferente, ciente de que poderá enfrentar situações perigosas e muitos obstáculos no caminho, uma vez que não permanecerá para sempre na frente de uma câmera, dentro de uma editora ou atuando como repórter. Irá para as ruas em busca de matérias, novas pautas ou pra cobertura de uma guerra. Podendo sofrer represálias psicologicamente e fisicamente. Muitas vezes entrará em conflito consigo próprio, com seus princípios. Mesmo conhecendo aos poucos as dificuldades que poderá aparecer em seu caminho, à estudante está disposta a adaptar o jornalismo a sua vida.
Mariane consciente que o piso salarial de um jornalista não é atrativo declara que “somente quem ama essa profissão deve seguir carreira”. Entretanto se o profissional se destaca dos demais, fazendo sempre o seu melhor, porém com “um diferencial”, seu valor é reconhecido e, assim, ser remunerado com a devida quantia que merece. A jovem que escolheu a profissão por ser muito comunicativa e também para conhecer e fortificar seus laços com os contatos sabe que toda a profissão tem seus prós e contras. Ser jornalista tem seu lado glamuroso, mas se confronta também com seus princípios. Além do estresse da correria, da hora exata para entregar as matérias, pautas e conseguir furos extraordinários.
Para a aluna Mariane ser jornalista, diante da tamanha complexidade do universo da Comunicação, é ter a capacidade de melhor organizar e selecionar a quantidade crescente da informação, defendendo o que há de mais essencial primado da verdade. Ser jornalista hoje é ser um profissional constantemente atualizado, preocupado com a questão da formação e da qualificação.
O jornalista deve ser ambicioso, ter idéias e não se deixar amedrontar por facínoras. Como você vê, caro leitor, ser um bom jornalista não é fácil, mas a tentativa vale a pena!



segunda-feira, 9 de junho de 2008

Jornalista brasileiro,mais trabalho e menos salário

Acima,o jornalista da rede Globo William Bonner, um esteriótipo de jornalista brasileiro

O Jornalismo é uma profissão dinâmica por natureza .O trabalho do profissional que atua sem parar em redações,na rua ou em ambientes hostis,sem sombra de dúvida, deveria ser recompensado de acordo com o esforço que ele propõe a fazer.Neste sentido entra em questão o que o jornalista pensa sobre a sua própria profissão,sobre os seus limites,ou sobre os estereótipos impostos pela sociedade.

Aquele ser engravatado ,que fala bem e que submete a muitos perigos em busca de uma boa matéria,na verdade é um cidadão comum que precisa de um salário digno para sobreviver.Atualmente o jornalista precisa saber produzir conteúdos para todas as plataformas,alem de ser um profissional que domine fotografia, video e dign.Principalmente na televisão,o profissional precisa ter um destaque pela sua visão global perante assuntos de repercussão mundial.

Uma pesquisa feita pelo instituto de pesquisa Voltage ,aponta que os brasileiros,quando perguntados sobre o que eles imaginam ser um jornalista,a resposta é um homem de terno e gravata,com um computador, sempre entrevistando uma grande celebridade mundial.O jornalista mais lembrado,na pesquisa, foi William Bonner,apresentador do Jornal Nacional,da TV Globo.O instrumento que mais lembra a profissão,segundo os brasileiros,é o microfone,isso reforça a ligação que o brasileiro tem com a televisão.Em 2006,o piso salarial do jornalista no Brasil era de no mínimo R$ 750,00,em média R$ 1.185,11 e no máximo R$ 2.029.00,isto com uma carga de 5 horas dia.

O jornalista precisa ter uma bagagem cultural munida de um entendimento das mais variadas técnicas e práticas jornalísticas.Perante isto, o recente formado na profissão precisa , alem de superar todos os obstáculos,entender outras profissões para complementar seu conhecimento.O grande profissional precisa ser antes disto, um grande aluno,para que no futuro o seu trabalho seja bem reconhecido e sem dúvida ele ser recompensado por méritos.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Jornalismo e Educação



Casos veiculados pela mídia tornam-se instrumentos de discussão em sala de aula.

A pauta da aula é violência e os elementos são encontrados em diversos meios de comunicação. O mais comum é a televisão. Ao discutir o assunto com alunos da 4º do Ensino fundamental Municipal, percebemos a dimensão de responsabilidade que a mídia tem sobre as crianças e adolescentes do país. O fato é que por mais difícil que possa parecer a criança se interessa em assistir programas jornalísticos, primeiro o faz por obrigação, pois assistem na companhia de seus pais, e depois movidos pelo interesse que a matéria desperta.
Neste caso especifico a discussão ocorreu pela violência no ambiente escolar. Os alunos citaram vários casos que acabaram de ver na mídia, como o da adolescente que ateou fogo na colega depois de uma discussão após o horário de aula e o da outra que foi esfaqueada por uma colega de escola. Ambos os casos ocorreram por motivos fúteis e que poderiam ser evitados se houvesse um diálogo entre os envolvidos.
As discussões, que geralmente levam a ações de violência física são ocasionadas por diversos motivos e são muito comuns no ambiente escolar, mas em geral são por que houve um “esbarrão” na fila, não ganharam o jogo de futebol ou duas garotas estão interessadas pelo mesmo garoto, por exemplo, o que as crianças e adolescentes não compreendem é que estes são os mesmos motivos pelo qual houveram as agressões citadas acima.
Quando o jornalista vai a fundo e levanta os motivos que ocasionaram estas agressões, provam aos alunos, ou expectadores, que as agressões tiveram inicio dentro da escola e por motivos tão banais quanto os que eles enfrentam no dia-a-dia e que isso é mais comum do que se imagina.O jornalista tem por obrigação informar todos os fatos que antecederam estes acontecimentos. Esta é uma forma prática de Educação em massa levando em conta o poder de alcance da TV.
A poder educacional da mídia é muito forte, considerando que o profissional de jornalismo levanta discussões que muitas vezes os pais não tem como levar aos seus filhos.
Links Relacionados:

sexta-feira, 2 de maio de 2008

As fontes jornalísticas


A fonte é uma ‘peça’ importante para o jornalismo. È delas que surgem as mais variadas e preciosas informações para se desvendar um fato. Sendo assim, o jornalista não pode deixar o seu ego ‘falar mais alto’. È necessário que se tenha uma relação harmônica com todas as pessoas, pois todas são essências para a realização do seu trabalho, desde a faxineira até o presidente da república.

O jornalista que acha que sabe tudo acaba sempre por cometer erros. Com base em achismos ou ao se comparar a um detetive e/ou policial acaba tirando conclusões precipitadas. Por mais que algumas evidências pareçam ser óbvias, nada por ser levado à tona se não houver confirmações, ou seja, provas, testemunhas ou quaisquer fontes confiáveis.

Em 2007, foi publicada site Overmundo uma entrevista com o jornalista Jailton Carvalho. Nesta falou sobre alguns aspectos que envolvem a fonte e o jornalista. “A durabilidade da fonte é uma questão de se conseguir escrever uma matéria com força e impacto sem comprometer a fonte ou o sentido do texto, diz Jailton. Ainda falou sobre o limite de proximidade entre a fonte e jornalista. “Você não pode deixar que a fonte ache que é amor, que você é amigo dela. (...) Se você quer informação tem que tomar cuidado. Se o sujeito vira seu amigo você começa a fazer vista grossa para os deslizes morais dele.”

Enquanto alguns repórteres se fingem se cego, surdo e mudo para obter uma informação importante, outros acreditam o ser. Neste caso são manipulados através de idéias, nível de relacionamento ou mesmo com suborno.
Para se fazer um jornalismo sério, o repórter precisa estar atento à todos as pessoas e aspectos que envolvem a sua profissão. É essencial ter senso crítico na investigação de uma informação. Pois os envolvidos abominam o seu papel e o quanto puderem esconder ou te desviar do caminho da verdade, assim o farão.