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sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Transformação: de impresso à web

O Irlandês Irish Times, como muitos jornais, possui sua versão online de seu jornal impresso

Do Papel ao Virtual

Muitos dos grandes veículos de comunicação já têm um produto jornalístico dentro da web, seja ele como um complemento de sua mídia original como algo totalmente novo e diferente. Segundo o site jornalismowordpress.com, o mais famoso e influente jornal Irlandês, o Irish Times, além de ter sua versão online, o Ireland.com, está fazendo uma integração entre os produtos da web e do impresso. O objetivo dessa empresa é de incentivar os jornalistas a produzirem matérias tanto para o formato de web, quanto para o formato impresso. Mas no entanto, aí surge um problema que é como fazer um jornalista que sempre escreveu para impresso, repentinamente começar a escrever para web? Quais seriam as adaptações que devem ser feitas para que o jornalista possa produzir matérias para ambos os formatos e com qualidade?

Adaptação é a chave

Quanto mais rápido essa adaptação acontecer, melhor para o jornalista e consequentemente para o meio em que está. Na web, porém, existem mais ferramentas que ele possa usar a seu favor.
Uma delas é o nível de informação que se pode encontrar dentro da internet.
Quando usado de modo correto os links externos em uma página podem enriquecer muito a matéria, além de dar uma dinâmica que o jornal não possui, podendo fazer com que o leitor não se sinta "preso". Contudo, existe um porém, que não pode ser esquecido: nunca dar links que distraiam o leitor pois ele pode não voltar a matéria.
Uma segunda ferramenta que a web possui é a instantaneidade como os sites de notícias 24h, que exige um tipo de texto mais objetivo. Na web o ideal é uma matéria com um caráter mais breve, que seja mais sucinta. Por causa da velocidade em que a informação viaja, a maioria dos leitores não fica muito tempo em uma página já que outro fato novo surge extremamente rápido.

Futuro do impresso

O Irish Times é um exemplo de mudanças que acontece nos jornais influentes por todo o mundo.
Depois de fazer um jornal online, ainda propôs uma interação entre os seus respectivos meios através de seus repórteres, o que é uma grande "jogada", podendo criar vários jornalistas "híbridos" para si e melhorar cada vez mais seus dois produtos jornalísticos.
Contudo, o futuro do impresso está em cheque para muitos, cotado como uma crise, mas vai ter o seu espaço garantido no futuro mesmo com as novas tecnologias. Os jornais impresso têm uma característica de aprofundamento muito maior do que na web, já que vai noticiar um fato que já aconteceu ele pode dar maiores detalhes. Assim com outros fatores que podem influenciar (leitura, o fato de muitos ainda tem a necessidade de algo palpável, à mão) o jornal impresso ainda tem o seu espaço, que pode estar diminuindo, mas com certeza não vai acabar.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Problemas tudo se Resolve


Todos os alunos apreendem a superar os problemas

Na sala de aula no CAP localizada no espaço cultural na UMC a professora Marilucy Cardoso estava ensinando como fazer matéria para telejornalismo a cada paço ela nos ensinava, então até ai... Ela marcou um telejornalismo e pediu para cada seus alunos formassem em dupla.

A aluna Patrícia Do Vale estava se preparando para fazer uma matéria sobre obras em César de Souza ela não sabia como fazer pauta estava confusa aí que começou o problema.

Então a Patrícia recorreu para a Marilucy e pediu para explicar como fazer a pauta ,pois a pauta que ela tinha dado para Patrícia seguir como exemplo, mais ela não conseguiu seguir o exemplo, professora explicou para a Patrícia como deve fazer pauta, ela foi fazer pauta, entrou contatos com os proprietários do restaurantes no local. Era bom de mais para ser verdade alguns dias as obras já tinha concluído, mas uma vez ela teve que fazer outra pauta.

Patrícia ficou frustrada que chegou a pedir a ajuda do cinegrafista Eduardo então ele deu uma sugestão “agricultura”, mas a Patrícia achou que é meio difícil, mas a ela teve outro plano melhor leu a reportagem sobre a lei do fumódromo.

Patrícia trouxe sugestão, no dia seguinte foi falar com Eduardo e pediu uma opinião, ele leu a sugestão que era à “Lei do Fumódromo”, “UMC que estava fazendo uma pesquisa que pode plantar como arvores, flores na terra contaminada na área antiga da fabrica Cosim que fica em Mogi das Cruzes”.

Eduardo falou para ela que fizesse a Lei do Fumódromo que seria fácil, ela coletou todas as informações sobre a lei e foi até a Câmara Municipal de Mogi das Cruzes, entrevistou o vereador Antonio Lino que propôs a lei e foi votada pelos vereadores na própria câmara.

Então até aí ela achou que não ia dar problemas, mas o problema estava chegando, desocupar a fita, Patrícia do Vale ficou quase uma ou três semanas praticamente ficou morando dentro da universidade foi cansativo sentiu dificuldade de desocupar a fita Patrícia estava rezando para não ter que superar de novo como fazer a pauta estava pegando todas as respostas dos entrevistados, e, mas uma vez o cinegrafista ajudou e assim Do Vale superou todos os problemas assim como nas atividades aprendizagem nas outras aulas.

Marilucy viu todas as reportagens produzidas pelos seus alunos, viu a reportagem a Patrícia fez e disse algumas coisas o que estava certo e errado, ela teve que superar, mas um pouquinho a professora pediu a aluna Patrícia fazer um link, então ela não teve sucesso no link, a aluna chegou concluindo que toda vez que a professora pedia para a Patrícia fazer reportagem sobre obra ou fazer link, boletim, não dava certo.

Patrícia aprendeu com todo esse sofrimento, isso só não acontece com jornalistas mais sim acontece com todo mundo, apesar de que jornalista leva uma rasteira e depois levanta é assim mesmo na vida real, não podemos desistir por que acha que o problema só aumentou e não consegue resolver, tudo se passa essa superação.



segunda-feira, 22 de setembro de 2008

O jornalismo impresso na era dos bites

Foto: Maike Robert
O número de jornalistas de mídias online tem aumentado nos últimos tempos

Em tempos de tecnologia e de internet, há rumores de que o jornalismo impresso está com os dias contados. A afirmação assusta muitos profissionais da área e apaixonados por notícias escritas no papel.

Para o jornalista e professor de webjornalismo, William Araújo, os princípios jornalísticos são os mesmos e há espaço para todos. “Nossa profissão não tem como acabar. Seria catastrofismo dizer que o jornalismo será extinto.” Ele aponta que no futuro as publicações serão totalmente customizadas. “Diante disso, o jornal, enquanto grande veículo, perderá a força de penetração, elitizando-se.” Araújo explica que a dinâmica para os profissionais do jornalismo online é outra. “Ele tem mais autonomia, dá o parecer final. A mídia exige isso dele.” Mas o jornalista alerta: “Tem que tomar cuidado com os dados que captura e com as fontes. Precisa de uma filtragem adequada”. Segundo Araújo o imediatismo é marcante na área, mas a velocidade pode comprometer a qualidade do texto. “É a nossa profissão. Não podemos reclamar; é como o engenheiro reclamar da régua.” Apesar de parecer em ascensão, o professor avalia o trabalho: “O webjornalista não é valorizado como deveria”.

A jornalista Vanice Assaz acredita que “os jornais têm que descobrir por onde caminhar”. Ela acha a “tecnologia bárbara, mesmo que isso possa significar desemprego”. “Estamos em outra fase”, acrescenta. Para ela a tecnologia só contribui com o trabalho de todos e “o que falta mesmo é informação”. Ela explica que atualmente existem muitas maneiras de se informar e as pessoas ficam perdidas. “Às vezes acabam não lendo nada.” Há mais de 30 anos em veículos impressos, Vanice confessa que nunca pensou que o jornalismo pudesse acabar. “É claro que o jornalismo mudou, isso já aconteceu quando surgiu a televisão, mas não acredito que ele morra porque tem muita gente que gosta de ler no papel.” Como sugestão, acredita que os jornais têm mais chances de sobreviver com notícias curtas. “A solução para esse problema não tenho idéia de qual seja, mas assim pelo menos há chances de concorrer com a internet.”

No blog Jornalismo Digital, o professor de Comunicação Social e administrador do blog, Fábio Malini, acredita que os jornais não estão satisfazendo os novos leitores. “Pessoas com menos de 30/35 anos preferem as notícias online.” Para ele, os jornais precisam multiplicar as formas de distribuir as notícias. “Não só ficar preso ao impresso.” Malini cita frase de Eric Deggans: “Os jornais precisam parar de definir seu negócio em tinta sobre árvores mortas”.


Fontes: William Araújo, Vanice Assaz e Fábio Malini


sábado, 12 de abril de 2008

Jornalismo Impresso vai acabar?

Fim do Jornalismo Impresso
Estamos no século 21, na era digital no começo de dezembro de 2007 o Ministro das Comunicações Hélio Costa anunciou que o estado de São Paulo iria ter TV Digital (DTV) que todos poderão ver programas digital, depois o conversor digital para que as pessoas comprem o tal conversor quem não pode comprar TV Digital, agora a Claro esta lançando o celular(3 G) você pode assistir telejornais, novelas, programas, seriados etc... no celular.
Os internautas preferem navegar Internet para ler noticiários do que jornal impresso Ibope dilvulgou seguinte dados 33% noticias e informações. Jornalismo impresso tem 24 horas para elaborar e concluir edições, já o webjornalismo não tem horário de fechamento, em 5 e 5 minutos aparece nopvas informações.
Quando os internautas acessam um endereço eletronico destinado para o webjornalisno, ele se depara com páginas de jornal impresso com pretenção de idealizar jornalismo digital.Para Cavalcanti diz "digital não é uma evolução do impresso, mas sim uma nova forma de se apresentar informações".
O jornal The New York Times, foi o primeiro jornal, a oferecer serviço on line.A internet grátis IG coloca na rede o Último Segundo, um jornal digital produzido para Internet.Uma questão que fica no ar, ha possibilidade o jornalismo digital ameaçar o jornalismo impresso? o jornalismo impresso vai acabar? Não sabemos o que vai aconter daqui para frente Quem sabe daqui a 30 anos.