sábado, 20 de dezembro de 2008

É possível fazer jornalismo com o microblogging?


Microblogging é um assunto polêmico! Atualmente, o serviço com maior audiência é o Twitter,
O Twitter é uma ferramenta eletrônica de comunicação tão útil quanto qualquer outra (e-mail, IM, celular, blog, etc), mas é preciso saber usá-la. A comunicação é uma das manifestações mais complexas na natureza humana, portanto a escolha do canal adequado é fundamental para garantir o melhor uso da informação pelo receptor da mensagem.

As ferramentas de micro-blogging são extremamente invasivas! Elas podem interromper uma reunião de trabalho com uma mensagem SMS ou com um popup do seu comunicador instantâneo.
O modelo de comunicação baseado em multicast, promovido pelo micro-blogging, é ideal para o uso corporativo. Por exemplo, uma agência de notícias pode divulgar notícias ou um site de comércio eletrônico pode divulgar ofertas especiais para o público interessado. Certamente, com o amadurecimento da tecnologia, os usuários irão encontrar outras aplicações para essa tecnologia.

Microblogging como ferramenta jornalística.


Orkut, Facebook, MySpace, YouTube, Twitter, Flickr mostra as diversas situações em que estes sites podem ser explorados como fonte de informação para a construção de reportagens. Realmente é impressionante o crescimento dos Microblogging como ferramenta jornalística ou como plataforma para o jornalismo, principalmente devido a sua característica de atualização constante, rápida e a postagem de mensagens curtas.
Constantemente a credibilidade do jornalismo social é posta em xeque, os veículos tradicionais defendem que somente eles estão aptos a noticiarem com credibilidade, e que o jornalismo social não é confiável. Trata-se de uma meia verdade, uma vez que os veículos tradicionais cometem verdadeiras gafes, como o caso do "Homem diminui o dedo para usar o iPhone", noticiado pelo Estadão. A confiabilidade do jornalismo social é diretamente proporcional ao número de fontes, ou a credibilidade conquistada por algumas delas. Um grande número de fontes permite ao leitor avaliar por amostragem o que é ou não confiável, e assim construir a sua percepção de confiabilidade de algumas fontes. Muitos blogs publicam matérias de alta qualidade e confiabilidade, uma vez que, para alguns, o blog é uma fonte de status e/ou receita, e o leitor é o seu mais valioso ativo.

O cuidado com a credibilidade na informação.

Em termos de número de fontes, velocidade e interação, o microblogging revelou-se um grande aliado do jornalismo social, e o Twitter é de longe a mais popular ferramenta de microblogging. O caso do incêndio na Califórnia foi notório, mas não o único coberto via Twitter. A grande "sacada" é que em microblogging o texto é limitado a 140 caracteres e o celular é uma potencial ferramenta jornalística. Textos via SMS para o Twitter, fotos e vídeos via email para o Flickr e YouTube respectivamente e, na outra ponta, temos a noticia em qualquer dispositivo.

As facilidades digitais facilitam a vida do jornalista, porém é preciso ficar atento a veracidade da informação que chega cada vez mais rápida ao receptor.

As ferramentas, experimentos e exemplos da transformação do papel físico em algo eletrônico.


A era digital tem transformado vários hábitos que outrora era comum, em algo que as pessoas, hoje já não conseguem mais viver sem. Um exemplo são as cartas, que hoje é considerado como uma arte em extinção e foi substituído pelo e-mail. E não é difícil saber quem é o culpado dessa transformação. Seu nome é Computador.
Dando continuidade ao exemplo da carta, escrever um recado sob forma de e-mail é algo muito mais simples e rápida. O correio tradicional pode levar dias para enviar uma carta e trazer de volta a resposta, já o e-mail basta alguns minutos para que o receptor receba a mensagem.
Estes elementos são a essência da virtualização. Mais até do que recriar na forma digital a coisa física que conhecemos como uma carta, o e-mail reinventa e melhora características escritas em papel. Sem barreiras de tempo e espaço, e empossado de um poder incomum, o e-mail faz algo completamente novo.
A crescente disponibilidade de informação também traz oportunidade para aqueles que não podiam dispor da informação no passado. Um investidor nos dias de hoje pode, de modo rápido e simples, acessar grande quantidade de informações sobre uma ação ou empresa do mercado utilizando seu computador para conectar-se aos serviços eletrônicos. Essas informações, antes do surgimento das bases de dados computadorizados, estavam disponíveis apenas para um grupo privilegiado de pessoas.

O antes e o depois da digitalização
Porque os computadores mudaram o mundo? Antigamente, a divulgação das informações era controlada de forma que nem todo mundo tinha acesso. A Igreja Católica dominou a Europa por mais de mil anos mantendo o controle sobre as informações. As Bíblias e os demais livros precisavam ser copiados, lentamente, a mão. Isto os tornava muito caros, e apenas os ricos podiam se dar ao luxo de comprar livros. Os padres eram geralmente os únicos membros das comunidades a possuírem uma cópia da Bíblia. Isto significava que as interpretações da Bíblia não podiam ser desafiadas. O controle das fontes de informações significava também o controle das idéias e da cultura.
A imprensa de Gutemberg mudou o mundo. Permitiu que fossem feitas cópias baratas de livros, e logo milhões de cópias das Bíblias ficaram disponíveis a custo acessível. Muitas pessoas puderam ter suas próprias fontes de informação religiosa, não controladas pela Igreja Católica, e a Reforma protestante logo teve início. A imprensa e o computador têm sido provavelmente, as maiores máquinas de mudança da história. Ambas essencialmente democráticas na forma com que removeram o controle da informação das elites em direção às massas.
Com o software adequado, um computador pode transformar-se em qualquer coisa imaginável. O computador pessoal pode tocar CDs, trabalhar como uma televisão, editar e transmitir imagens de vídeo e música, ou tirar e guardar fotografias de família. Pode organizar enormes quantidades de dados, bibliotecas repletas de livros e coordenar outras máquinas pelo tempo e espaço. Pode fazer voar um avião, da decolagem à aterrissagem, sem que o piloto ponha as mãos em um único controle.
A Revolução da Informação chegou e nada poderá ser feito para interrompê-la. Aqueles que aprenderem a conviver com ela terão sucesso.


Patricia Nicastro

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Microblog - ferramenta para o jornalista

Um microblog é uma ferramenta que permite atualizações rápidas e curtas e, se possível, a partir de uma multiplicidade de suportes diferentes, "Gabriela Zago" (Foto)


O que é um microblog?

Também conhecido como Twitter o microblog é uma ferramenta da web que dá possibilidades de qualquer pessoa mostrar suas idéias via internet ou até mesmo pelo celular por mensagens de SMS. Numa espécie de blog, mensageiro instantâneo, porém com um tamanho reduzido, mas com maior facilidade e agilidade nas atualizações.
Essas atualizações são realizadas em formato pequeno, cerca de 140 à 200 caracteres. No que diz respeito à noticias de cunho jornalístico, isso vem se tornando motivo de muitas discussões e críticas.

Jornalismo via microblog

Para muitos jornalistas o conteúdo dos microblogs é popular demais, e isso não é jornalismo, resumir textos informativos é contraditório ao que muitos jornalistas conhecem e já se adaptaram.
Como cita o repórter político John Dickerson em seu texto “a idéia de que algum jornalista possa voluntariamente adotar um espaço mais curto é horripilante e burra”.
A produção de textos com 200 caracteres para os jornalistas não á uma característica do texto jornalístico e informativo, ele necessita de informações bem articuladas que em raros casos podem ser feitas em tão pouco espaço.
Outra questão importante é se o jornalismo não vem sendo levado a brincadeira, onde qualquer pessoa pode colocar suas informações, e assim tirar a credibilidade de outras. São jornalistas usando uma mesma mídia em uma rede social com pessoas que não são da área, é uma espécie de debate sobre a informação dada. O que pode se entender como noticia em um contexto geral, não ficando claro quem é quem. O jornalista, e o leitor que faz seus comentários aleatórios. Sem diferenciar informação credibilizada de opinião pública.
Com tudo muitas pessoas deixam de ver a noticia com credibilidade para se informarem em microblogs, até mesmo pelo fato da noticia ser curta, rápida e objetiva.

Viabilidade

O que se questiona é a viabilidade do microblog. Assim como ele pode ser considerado uma ferramenta que faz com que as pessoas se desapeguem ainda mais da pratica de boas leituras, ele pode fazer o oposto. Resgatando as pessoas para dentro de um mundo com mais informações, quando usado de forma adequada e sutil. Como se fosse um lead da noticia, uma vez que a pessoa vice a noticia se interessaria pela reportagem em sua íntegra. Um atrativo a mais que faria com que o leitor se sentisse estimulado a novas leituras e mais informações sobre o tema em questão.
Os microblogs uma vez usados na contribuição do trabalho jornalístico e não para substituição do mesmo, podem ser considerados uma ferramenta com grande potencial, ele tem a capacidade de passar informações, fazer buscas e saber de perto o que o leitor tem a necessidade de saber.

A tecnologia a serviço da informação

Com o auxílio da tecnologia, celulares podem se tornar grande aliado dos jornalistas (foto)



Em tempos de modernidade, estar antenado nas notícias que acontecem ao redor do mundo é algo que está ao alcance de todos, pobres, ricos, negros, brancos, adultos e crianças. Para isso é preciso apenas estar atento aos diversos tipos de mídias e saber de que forma podemos engerir notícia através dela.


Com o avanço da tecnoligia digital, ter acesso à veículos de comunicação ficou ainda mais fácil. Atualmente o jornalismo não se restringe somente ao bom e velho jornal ou revista, nem tampouco a massacrante e viciosa televisão. A internet ajudou a dar um salto na tecnologia de informação, facilitando o acesso às notícias em tempo real. Entretanto não é ela quem determina o jornalismo como um todo.


É interessante notar que existem inúmeras formas pelas quais atualmente as pessoas se comunicam e distribuem notícias. Não que o jornal impresso tenha sido deixado de lado, pois ele é resistente o bastante para se manter nesta "briga entre mídias", afinal de contas existem pessoas que não abrem mão de tê-lo em mãos, disponível em qualquer hora ou lugar. Porém, o jornal impresso pode estar um pouco ameaçado. Latp tops, celulares, palm tops e outros diversos equipamentos exercem hoje as fuções de um jornal impresso, podendo também estar acessíveis em qualquer espaço sem a necessicade de grande suporte técnico.


Jornalismo através do celular


É possível saber e acompanhar os acontecimentos do Brasil e de todo o mundo através dos canais de comunicação instalados e transmitidos via celular. A linguagem utilizada neste veículo de comunicação nada mais é do que a transposição de uma linguagem de tv ou rádio, porém com suas adaptações. Para Fernando Corrêa do Carmo, aluno de mestrado da Cásper Líbero e estudioso no assunto, a linguagem utilizada nos celulares não representou grandes mudandças para o jornalismo. Isto comprova que a tecnologia pode ser sim uma aliada do jornalista, não importanto o meio de comunicação na qual é veiculada mas sim a sua trajetória até que chegue ao interlocutor.


Mas é preciso reconhecer que com este novo aliado, o celular, ficou ainda mais fácil para os jornalistas desempenharem suas funções. Para isto basta notar que a quantidade de pessoas que possuem celulares no mundo chega a um número impressionante, no Brasil cerca de 15% da população, em alguns casos dois ou três por pessoa. Vale lembrar também que este aparelho se tornou parte da sociedade, algo quase que imprescindível e que hoje em dia raramente as pessoas o abandonam sequer por alguns instantes. Sendo assim, com este veículo de comunicação ao alcace de muitos, ficou ainda mais fácil e rápido transimitir fatos e acontecimentos em tempo real e fazer com que se dissipem na sociedade com uma rapidez ainda maior.




A crise está impressa ao redor do mundo

O Financial Times um dos poucos que ainda não foi muito afetado pela crise (crédito imagem www.30or60.com)

A realidade crítica

A crise está instalada no EUA, Europa e em várias partes do mundo. Não é diferente quanto ao jornalismo, principalmente a mídia impressa americana e européia, em que a situação exibe números que chegam até a assustar os desavisados, atingindo até as regionais.
Na Inglaterra, por exemplo, até 2013 irão fechar mais da metade dos jornais regionais existentes, segundo os números disponíveis da pesquisa do site Enders Analysis. Mesmo as grandes empresas, de maior poder, também são afetadas, tendo que fazer cortes para poder sobreviver. São poucos aqueles que conseguem escapar ou pelo menos se manter em um patamar que não seja considerado de risco. Um deles é o Financial Times que teve uma leve alta em relação ao útimo ano. A maioria dos jornais impressos só conhece baixa, e tem uma expectativa de vida escassa. Esse fato também estão presentes em outras mídias, um exemplo disso é a BBC, que pode demitir mais de 3000 funcionários.

O motivo da decadência

Muitos apontam a crise da economia americana e mundial como o principal motivo da crise que está ocorrendo na mídia impressa, e teria afetado também as empresas jornalísticas, sobretudo a imprensa.
Juntando também o fato de que muitos dos leitores de jornais migraram para a internet, e também muitos dos anunciantes, até mesmo de outras mídias também fizeram essa mudança e com isso ficando sem leitores e sem anunciantes é uma questão de tempo até o jornal sucumbir perante as suas dificuldades.
Também pode agravar a recessão econonômica americana, que especialistas dizem estar longe de acontecer, mas não se pode prever com tanta certeza.
O que acontece é que alguma solução tem que ser tomada rapidamente, porque as conseqüências disso é que com a vinda novos profissionais, somados aqueles que perderam seus postos, vão tornar a disputa ainda maior por uma vaga nesse mercado de trabalho, vão gerar mais desempregos, já que a concorrência será maior.


Qual é a direção para fugir da crise?

O jornalismo impresso mundial parece tem um futuro muito incerto, mas apesar de todos os dados e números ruins que foram divulgados a mídia impressa tem o poder para se reerguer.
Algumas alternativas podem ser tomadas, como fazer um investimento em outra mídia, como a web, que cresce cada vez mais a cada dia. Com isso as grandes empresas podem se fortalecer e "curar as suas feridas".
Já os pequenos jornais têm uma alternativa nova que já está sendo feita nos EUA, como o Voice of San Diego, da Califórnia, onde seu orçamento é coberto por 14 grandes financiadoras, somados as doações recebidas pelo grupo, que têm total transparência de sua parte financeira.
Um jornal com características de organizações não governamentais é algo que parece ser inusitado, mas se essa saída pode funcionar, é um outro porém.

Crise impressa na terra do Tio San


A crise impressa que envolve os Estados Unidos desde o ano passado, possui um assustador número de jornalistas que perderam o emprego. O número fica por volta de 6 mil jornalistas, entre todos os cargos jornalísticos; dois terços dos veículos de comunicação reduziram sua folha de pagamento.
Isso começou numa data conhecida como Quarta-feira Negra, 23 de Julho de 2007, da imprensa norte americana, com a demissão de funcionários do Atlanta Journal e doWall Street Journal. Soma-se a isso a saída, em massa, de redatores/editores/jornalistas do Los Angeles Times e do Chicago Tribune.

Fatores
O que leva a crise são os problemas econômicos com a queda brusca da bolsa de valores, a crise publicitária envolvendo suportes de comunicação e também a repercussão e o investimento imenso do jornalismo digital.
O que mal sabíamos é que o pior ainda estava por vir, neste ano a crise econômica que avassalou mais de 20 países só piorou situação da mídia impressa nos Eua. A revista Newsweek perdeu 21% dos anúncios e em declaração disse que cortaria por volta de 500 mil e 1 milhão dos 2,6 milhões de exemplares semanais, a revista Time não conta com 17% dos anunciantes que tinha um ano atrás.

Discussão
Tudo está inevitavelmente interligado é como diz o ditado “uma coisa leva a outra”.
Com as reformulações do mundo virtual, por exemplo, mais de 30 milhões foram investidos na compra do blog Paid Content isso por nada menos que 30 milhões de dólares, o que reforça a necessidade de se repensar e reestruturar as mídias.
A questão agora é avaliar de que forma essa crise vai atingir o jornalismo brasileiro e o resto do mundo. A esperança é que, por mais improvável que seja, a crise diminua a força dos grandes meios de comunicação e abra espaço para os menores por conseqüência multiplicaria as vozes.

Transformação: de impresso à web

O Irlandês Irish Times, como muitos jornais, possui sua versão online de seu jornal impresso

Do Papel ao Virtual

Muitos dos grandes veículos de comunicação já têm um produto jornalístico dentro da web, seja ele como um complemento de sua mídia original como algo totalmente novo e diferente. Segundo o site jornalismowordpress.com, o mais famoso e influente jornal Irlandês, o Irish Times, além de ter sua versão online, o Ireland.com, está fazendo uma integração entre os produtos da web e do impresso. O objetivo dessa empresa é de incentivar os jornalistas a produzirem matérias tanto para o formato de web, quanto para o formato impresso. Mas no entanto, aí surge um problema que é como fazer um jornalista que sempre escreveu para impresso, repentinamente começar a escrever para web? Quais seriam as adaptações que devem ser feitas para que o jornalista possa produzir matérias para ambos os formatos e com qualidade?

Adaptação é a chave

Quanto mais rápido essa adaptação acontecer, melhor para o jornalista e consequentemente para o meio em que está. Na web, porém, existem mais ferramentas que ele possa usar a seu favor.
Uma delas é o nível de informação que se pode encontrar dentro da internet.
Quando usado de modo correto os links externos em uma página podem enriquecer muito a matéria, além de dar uma dinâmica que o jornal não possui, podendo fazer com que o leitor não se sinta "preso". Contudo, existe um porém, que não pode ser esquecido: nunca dar links que distraiam o leitor pois ele pode não voltar a matéria.
Uma segunda ferramenta que a web possui é a instantaneidade como os sites de notícias 24h, que exige um tipo de texto mais objetivo. Na web o ideal é uma matéria com um caráter mais breve, que seja mais sucinta. Por causa da velocidade em que a informação viaja, a maioria dos leitores não fica muito tempo em uma página já que outro fato novo surge extremamente rápido.

Futuro do impresso

O Irish Times é um exemplo de mudanças que acontece nos jornais influentes por todo o mundo.
Depois de fazer um jornal online, ainda propôs uma interação entre os seus respectivos meios através de seus repórteres, o que é uma grande "jogada", podendo criar vários jornalistas "híbridos" para si e melhorar cada vez mais seus dois produtos jornalísticos.
Contudo, o futuro do impresso está em cheque para muitos, cotado como uma crise, mas vai ter o seu espaço garantido no futuro mesmo com as novas tecnologias. Os jornais impresso têm uma característica de aprofundamento muito maior do que na web, já que vai noticiar um fato que já aconteceu ele pode dar maiores detalhes. Assim com outros fatores que podem influenciar (leitura, o fato de muitos ainda tem a necessidade de algo palpável, à mão) o jornal impresso ainda tem o seu espaço, que pode estar diminuindo, mas com certeza não vai acabar.