quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

A luta de um estágiario

O livro "Vida de estagiário" é um manual recheado de histórias de estagiários, desde o ânibus lotado até a hora da marmita.


"O trabalho enobrece o homem", esse é o tipo de coisa que se costuma ouvir dos pais, dos chefes, ou às vezes repetem a si mesmos, na tentativa de se convencer que estão fazendo algo realmente útil.
No caso dos estagiários a pressão é ainda maior, afinal encarar o difícil mercado de trabalho de hoje com as precárias condições oferecidas é um grande desafio para aqueles que só estão no começo de suas profissões.
É por essas e por outras que a estudante de jornalismo Fernanda Lima tem um certo pavor de estágios.
No começo de 2008 realizou seu primeiro estágio como assessora de imprensa que por sinal foi um desastre. Seu chefe achava que ela era uma profissional, que sabia de tudo, mandava e desmandava, se esquecendo que ela estava ali principalmente para aprender.
Não durou um mês e a estagiária pediu suas contas, não agüentou a pressão, pois ali provava que o estágio era tão pavoroso quanto pensava.
A futura jornalista então não desistiu, porém a história agora era outra, a tão desprezível remuneração oferecida.
Um jornal local de Mogi das Cruzes se interessou muito pela jovem que também ficou contente com a vaga até o momento que ficou sabendo que sua bolsa auxílio seria tão baixa, mas tão baixa que nem pagaria o transporte e a comida que por sinal não estavam inclusas.
Foi uma grande decepção, pois mais uma vez provava para a jovem que grande parte dos estagiários são ignorados.
Passaram-se alguns meses e então surgiu uma vaga através no Centro Integração Empresa e Escola (CIEE) para trabalhar em uma rádio da cidade onde esta até hoje.
Apesar de não exercer totalmente sua profissão lá, a estagiária esta feliz com o trabalho, porém ainda pretende encarar o tão temido estágio em outro lugar que tenha mais condições de aprendizagem, afinal no ano que vem é seu ultimo ano o que exige dela certa experiência para o mercado de trabalho.
A história de Fernanda é a pura realidade dos estágios, chefes escrotos, pilhas desumanas de serviço e remuneração baixa - isso quando se paga alguma coisa - são só a parte mais corriqueira. E o aprendizado que é bom, acaba ficando para traz.
Fernanda dá uma grande dica de leitura, o livro Vida de estagiário , da editora
Conrad Editora
, um Manual com muitas histórias reais de estagiários, dificuldades e principalmente a superação de cada um deles para chegar onde estão.
Para ela o livro é uma grande troca de experiências afinal superação é o que ela vive para chegar até onde pretende.


Os bastidores de um jornal impresso

O dia-a-dia é corrido, mas prazeroso


Pela primeira vez em um jornal, a experiência vivenciada por Nina Regato em 2008 foi ao menos instigante. Convidada para integrar a equipe de um jornal semanal que seria lançado em Mogi das Cruzes no dia 4 de maio deste mesmo ano, a estudante de jornalismo participou desde a elaboração do projeto editorial com a editora, Vanice Assaz, e um repórter também convidado até a primeira vez que o Sete saiu às ruas.

O veículo impresso é gratuito e começou já com tiragem grande, 40 mil exemplares, e por ser novo, os anúncios eram poucos e, o trabalho, bastante. Com experiência apenas de assessoria de imprensa, as matérias eram bem diferentes do que as que tinha feito e presenciado. A começar pela proposta do jornal, dirigido para a classe C (renda familiar de até dez salários mínimos), os textos a princípio deveriam ser de no máximo 1500 caracteres quando fosse abre de página, com informações básicas.

Sete meses depois, a equipe continua a mesma, no entanto, o jornal não é mais restrito a Mogi das Cruzes. Atualmente circula em Suzano, onde tem sucursal com duas repórteres, Itaquaquecetuba, Guararema, Salesópolis, Biritiba Mirim e tem 65 mil exemplares auditados mensalmente. A equipe de redação vive lutando contra os inúmeros anúncios e tentando levar para os leitores o maior número possível de informações e, para isso, as matérias de abre, que eram de 1500 caracteres, agora devem ter no máximo 1200 e, assim como as notas, somente informações essenciais.

As matérias são selecionadas todas as segundas-feiras, nas reuniões de pauta e cada um leva as pautas que pretende fazer durante a semana. Nessas reuniões todos estão presentes, os estagiários das outras cidades e as repórteres de Suzano. Todos entram no rodízio de páginas e não existem pautas diferenciadas para repórter e estagiário. Quarta ou quinta as matérias devem estar na rede para que a editora confira e passe para a arte e diagramação. Na sexta-feira as páginas estão adiantadas, Nina faz a revisão de todas elas e corrige com a diagramadora. Depois de pronto, ajuda na elaboração das chamadas de primeira página.

A idéia do dono é fazer com que o tablóide continue gratuito e semanal. Helvio Magalhães Alcoba Junior, com o sócio Nelson Tanure, dono dos jornais Jornal do Brasil e Gazeta Mercantil, investem na qualidade do produto. O Sete é impresso na gráfica Plural, em São Paulo, a mesma que roda a Folha de S.Paulo, nas madrugadas de sábado para chegar no Alto Tietê e ser distribuído nos bairros aos domingos pela manhã. Em alguns pontos das cidades a distribuição é feita às segundas.

As editorias, bem como o projeto gráfico, foram criadas de acordo com pesquisa feita no começo do ano que informou quais eram os assuntos de interesse e desinteresse do público-alvo. Baseado nesses dados é que o Sete é feito semanalmente.

(In)formação e transformação

Por um mundo melhor
Por Juliana Lopes

Ao final de cada ano, é de praxe que as pessoas comecem a refletir sobre tudo o que realizaram ou deixaram de fazer durante o ano que se encerra. E não podia ser diferente com Juliana, uma diligenciada estudante de jornalismo, da Universidade de Mogi das Cruzes.

Então, lá está ela, absorta em seus pensamentos, sentada em um banco extremamente desconfortável, no barulhento trem que a conduzirá até sua cidade. Como de costume, apenas observa o movimento e as atitudes das pessoas que, como ela, ali estão, voltando para suas casas.

Por mais que os colegas insistissem para que participasse da bagunça rotineira promovida nas viagens, ela se abstém, pois devaneia sobre sua futura vida profissional.

Neste ano, as atividades práticas foram intensas. O desenvolvimento de todo o projeto para conclusão do semestre letivo, trouxe-lhe vivências da atividade jornalística muito enriquecedoras.

Com o olhar fixo em um ponto qualquer e um leve sorriso nos lábios, a aspirante jornalista faz uma retrospectiva sobre tudo o que vivenciou em 2008. E, além do conhecimento prático obtido, também reflete sobre seu crescimento pessoal.

O tema escolhido este ano para a produção das matérias foi bem complexo. Abordou preconceito, exclusão social e sexualidade de um dos grupos mais estigmatizados da sociedade: as travestis.

A cada nova fonte contactada, Juliana se perguntava como conduziria a entrevista e faria para adquirir a confiança da entrevistada para que falasse abertamente sobre sua vida pessoal, seus medos, o preconceito sofrido e os anseios para o futuro. Missão nada fácil para uma jovem tão inexperiente.

Mas, sem dúvida, a cada etapa concluída, o jornalismo a enlevava. Agora, ao final de todo o projeto acadêmico, Juliana recorda-se porque sonhou um dia em ser jornalista. Foi esta mágica de poder estar a cada dia em contato com histórias diferentes, com lições de perseverança, descobrir novos mundos e aprender a enxergar por uma ótica que a leva muito além do seu próprio espaço.

Sentindo-se maravilhada, ela reflete sobre como o jornalista é um ser mutável, amplo e camaleônico. Em dado momento, vira um estudioso de óperas e musicais, em outra fase profissional é um assessor político e, de repente, explana sobre sexualidade e preconceito.

Ciente da força de transformação que toda informação carrega em si, a futura jornalista idealiza um dia transmitir histórias que ajudem numa compreensão mais profunda da importância de cada indivíduo na formação de uma sociedade coesa, justa e igualitária.

Agora, ela vai ainda mais além e, supondo-se já formada, começa a sonhar em fazer sua parte para colaborar com a evolução da sociedade na capacidade de convivência com as diferenças religiosa, cultural e étnica e, também, contribuir com a libertação de visões manipuladas e maniqueístas, iniciando uma verdadeira reforma social.

Neste momento, sentiu-se como o pequeno colibri, que leva água em seu bico para tentar apagar o incêndio na floresta.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Os bastidores de um jornal impresso

O dia-a-dia é corrido, mas prazeroso


Pela primeira vez em um jornal, a experiência vivenciada por Nina Regato em 2008 foi ao menos instigante. Convidada para integrar a equipe de um jornal semanal que seria lançado em Mogi das Cruzes no dia 4 de maio deste mesmo ano, a estudante de jornalismo participou desde a elaboração do projeto editorial com a editora, Vanice Assaz, e um repórter também convidado até a primeira vez que o Sete saiu às ruas.

O veículo impresso é gratuito e começou já com tiragem grande, 40 mil exemplares, e por ser novo, os anúncios eram poucos e, o trabalho, bastante. Com experiência apenas de assessoria de imprensa, as matérias eram bem diferentes do que as que tinha feito e presenciado. A começar pela proposta do jornal, dirigido para a classe C (renda familiar de até dez salários mínimos), os textos a princípio deveriam ser de no máximo 1500 caracteres quando fosse abre de página, com informações básicas.

Sete meses depois, a equipe continua a mesma, no entanto, o jornal não é mais restrito a Mogi das Cruzes. Atualmente circula em Suzano, onde tem sucursal com duas repórteres, Itaquaquecetuba, Guararema, Salesópolis, Biritiba Mirim e tem 65 mil exemplares auditados mensalmente. A equipe de redação vive lutando contra os inúmeros anúncios e tentando levar para os leitores o maior número possível de informações e, para isso, as matérias de abre, que eram de 1500 caracteres, agora devem ter no máximo 1200 e, assim como as notas, somente informações essenciais.

As matérias são selecionadas todas as segundas-feiras, nas reuniões de pauta e cada um leva as pautas que pretende fazer durante a semana. Nessas reuniões todos estão presentes, os estagiários das outras cidades e as repórteres de Suzano. Todos entram no rodízio de páginas e não existem pautas diferenciadas para repórter e estagiário. Quarta ou quinta as matérias devem estar na rede para que a editora confira e passe para a arte e diagramação. Na sexta-feira as páginas estão adiantadas, Nina faz a revisão de todas elas e corrige com a diagramadora. Depois de pronto, ajuda na elaboração das chamadas de primeira página.

A idéia do dono é fazer com que o tablóide continue gratuito e semanal. Helvio Magalhães Alcoba Junior, com o sócio Nelson Tanure, dono dos jornais Jornal do Brasil e Gazeta Mercantil, investem na qualidade do produto. O Sete é impresso na gráfica Plural, em São Paulo, a mesma que roda a Folha de S.Paulo, nas madrugadas de sábado para chegar no Alto Tietê e ser distribuído nos bairros aos domingos pela manhã. Em alguns pontos das cidades a distribuição é feita às segundas.

As editorias, bem como o projeto gráfico, foram criadas de acordo com pesquisa feita no começo do ano que informou quais eram os assuntos de interesse e desinteresse do público-alvo. Baseado nesses dados é que o Sete é feito semanalmente.

Preconceito versus Experiência

A violência está presente na vida de todos, mas se apresenta para cada indivíduo de uma forma.
Aquele seria o último dia possível para fazer a visita a biblioteca que faltava, e finalizar as pesquisas de campo. Michele, estudante de jornalismo de 23 anos, acordou cedo, olhou pela janela a bela e ensolarada manhã de sábado e sorriu. Apesar de não pretender seguir a carreira jornalística, sentiu um arrepio percorrer seu corpo, essas pesquisas estavam deixando-a empolgada.
Sentou-se em frente ao computador, conectou a Internet e buscou em um site o mapa que a guiaria até o local. Não foi possível encontrar o endereço antes mencionado.
- Acho que terei problemas – pensou a futura jornalista.
Foi até o banheiro e tomou um delicioso banho. Momentos como esse eram luxos permitidos no fim de semana, quando o trabalho e a faculdade não estavam ocupando a maior, ou toda, parte do seu dia.
Colocou um jeans e uma camiseta branca, se olhou no espelho, e achou a melhor opção para visitar uma biblioteca em uma comunidade carente de Mogi das Cruzes.
Decidiu ir sem o mapa. Chegaria até o bairro, que já tinha se informado onde era, e lá pediria informações para os moradores, com certeza que eles saberiam onde se localizava a biblioteca.
Entrou no carro, colocou os óculos escuros, abriu os vidros, e deixou o vento bagunçar os seus cabelos. O vento trazia sensação de liberdade para a menina que passava a semana no ar condicionado do escritório. O dia estava lindo, e ela imaginou que seria ótimo se estivesse a caminho da praia.
Michele resolveu passar na casa de seu namorado, afinal de contas ele seria ótima companhia para aquela missão. Pietro não demorou a entrar no carro, e logo eles já estavam no bairro. Mas ao contrário do que Michele tinha imaginado ninguém conseguia indicar a direção correta para chegar à biblioteca. Diziam suba a rua, depois desça. Vire à direita, contorne e pegue a esquerda, enfim, parecia que a tal biblioteca antes vista na Internet não pertencia realmente àquela comunidade. Porém a determinação dentro da cabeça da jornalista não a deixava voltar. Aquela era sua única oportunidade e ela não a deixaria escapar facilmente.
Depois de 40 minutos rodando pelo bairro e de várias indicações de caminhos, algumas corretas outras totalmente contrárias, o casal conseguiu encontrar o local. A biblioteca vista de fora era simples, mas parecia ser muito bem cuidada. Era o último imóvel de uma rua sem saída, ao lado, um precipício parecia indicar que o lugar era a fronteira com o fim do mundo.
Ao descer do carro a garota pode verificar que a biblioteca estava fechada, e não havia ninguém por perto que pudesse lhe dar alguma informação. Foi de repente que se aproximou um rapaz. Samuel era um moço de estatura média, pele morena clara, e aparentava ter no máximo 20 anos. Apesar da simpatia, ele tinha um olhar que parecia perdido e era totalmente gago. Assim que ele chegou, Pietro saltou do carro estendendo a mão para cumprimentá-lo, e logo que o moço viu a câmera fotográfica na mão de Michele, questionou:
- Vocês são repórteres?
- Somos estudantes de jornalismo, e queríamos saber quem cuida da biblioteca – emendou Pietro.
- Ah, essa biblioteca? Ela só tem livros, nem um radinho para ouvir música tem.
A moça pensou que realmente essa não era a finalidade de uma biblioteca, nem ali, nem em qualquer lugar do mundo, mas não deixava de ser uma maneira para estreitar a relação comunidade e biblioteca. Às vezes assusta se aproximar de algo que não tem nada a ver com a gente, ou com o nosso cotidiano.
Samuel começou a contar sobre quem era a coordenadora, onde morava, os horários que estava por ali. Porém tudo isso sem parar de olhar para a câmera e a bolsa da moça que estava no banco do carro. Foi do nada que ele disse:
- Vocês não têm um rádio para me dar? Sabe como é, sou pedreiro em São Paulo, e todos os dias vou pensando bobeiras dentro do trem. Um radinho para ouvir meus reggaes me ajudaria muito.
O casal se olhou, e o pensamento dos dois se encontrou ao perceber que a conversa tomava um rumo estranho. Samuel não parava de insistir para Michele subir o morro ao lado da biblioteca, para encontrar a casa da Dona Conceição, a tal coordenadora do local. Ela ficava dividida entre a única chance que estava tendo, e o medo de perder sua segurança. Começou a subir o morro, mas ao olhar para trás e ver o olhar do menino para seu namorado, ouviu Pietro gritar:
- Mi, vamos até a casa do Zé aqui ao lado. Vamos voltar com ele.
A menina desceu o morro quase rolando de nervosa e pulou para dentro do carro. Samuel que olhava a tudo com seu olhar perdido, só teve tempo de ouvir Pietro prometer:
- Samuel, obrigada pelas informações, quando voltarmos traremos seu rádio.
O carro saiu acelerando e a adrenalina tomou conta dos dois corpos. Onde estavam com a cabeça? Que loucura estavam fazendo? Será que Samuel pretendia fazer algo contra eles, ou era só mais um carente, filho de uma sociedade cheia de injustiças?
A adrenalina foi baixando, e a cabeça da futura jornalista trabalhava a todo vapor. Teria feito o correto? Seria mais uma preconceituosa? Sua profissão não permitiria uma postura como aquela. Fugir de uma possível fonte, que absurdo. O que aconteceria se aquilo fosse realmente parte de sua profissão, e ela voltasse à redação de mãos abanando?
A experiência não rendeu a tão querida reportagem, mas garantiu vivência. Aquilo mostrou que algumas coisas, alguns sentimentos e pré-conceitos estão tão intrínsecos em nossa mente, que algumas situações são normais para alguns, e dificílimas para outros. As dificuldades são diferentes conforme os cenários, e essa é uma situação que o jornalista tem que encarar dia após dia.
Cortando os pensamentos da moça, seu namorado perguntou:
- Você acha que devemos comprar o rádio?


President-elect Barack Obama said Monday that the country is facing an "economic crisis of historic proportions,"

(CNN) -- President-elect Barack Obama said Monday that the country is facing an "economic crisis of historic proportions," and unveiled the team he has chosen to help get the economy back on track.

President-elect Barack Obama announces the newest members to his administration.

President-elect Barack Obama announces the newest members to his administration.

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Obama said he sought leaders who share his fundamental belief that "we cannot have a thriving Wall Street without a thriving Main Street."

Obama has tapped New York Federal Reserve President Tim Geithner as treasury secretary and former Treasury Secretary Larry Summers as chief of the National Economic Council.

University of California-Berkeley economics professor Christina Romer has been chosen to be the chair of the President's Council of Economic Advisers.

The Council of Economic Advisers is a group of economists --including three who are appointed by the president and need Senate confirmation -- that advise the president on economic policy.

Obama also announced Melody Barnes as director of the Domestic Policy Council and Heather Higginbottom as deputy director of the Domestic Policy Council.

Obama's remarks came just hours after the federal government announced a massive rescue package for Citigroup -- which President Bush said he'd spoken with Obama about before it was announced.

Geithner helped manage Wall Street's financial meltdown earlier this year, overseeing the acquisition of Bear Stearns by JPMorgan Chase, the bailout of AIG and the collapse of Lehman Brothers. He was appointed as the New York Federal Reserve president in November 2003.

Summers served as treasury secretary in the Clinton administration. He was the chief economist of the World Bank from 1991 through 1993. Prior to his career in government, Summers taught economics at Harvard.

Obama on Saturday offered an outline of his economic recovery plan to create 2.5 million jobs by 2011, saying American workers will rebuild the nation's roads and bridges, modernize its schools and create more sources of alternative energy. Video Watch Obama outline his economic plan »

Details of the plan are still being worked out by his economic team, Obama said, but he hopes to sign the two-year, nationwide plan shortly after taking office January 20.

Obama noted he will need support from both Democrats and Republicans to pass such a plan, and said he welcomes suggestions from both sides of the aisle.

"But what is not negotiable is the need for immediate action," he said Saturday.

Also this weekend, sources told CNN that Obama is expected to pick New Mexico Gov. Bill Richardson as secretary of commerce.

Obama aides also have told CNN that Obama is "on track" to nominate Sen. Hillary Clinton as his secretary of state after Thanksgiving.

Obama's picks mean that at least three former rivals from the Democratic presidential primaries will be in senior posts in the Obama administration: Richardson, Clinton and Vice President-elect Joe Biden. iReport.com: Share your thoughts on Obama's cabinet choices

The president-elect also met behind closed doors with Admiral Michael Mullen, chairman of the Joint Chiefs of Staff, according to a U.S. military official with direct knowledge of the talks.

The meeting, which took place in Chicago on Friday, was a "get acquainted session," the official said.

President Bush personally approved the meeting, and it was also "encouraged" by Defense Secretary Robert Gates, the official said. The approval was not required, but was given because of the sensitivity of having a sitting president's advisers giving advice to a president not yet in office.

The meeting came as Mullen is reviewing a formal "request for forces" or RFF from commanders in the field for 15,000 to 20,000 additional troops to send to Afghanistan during the opening months of the Obama administration. The president-elect has spoken about his desire to find Osama bin Laden.

Afghan President Hamid Karzai said Obama spoke to him by phone Saturday and assured him that the United States would send more aid and pay more attention to his war-torn country, according to Karzai's office, but Obama aides declined to confirm that the call had included specific promises.

The Obama transition team this weekend also announced several key appointments to his communications team.

Ellen Moran, the executive director of EMILY's List, will be Obama's communications director.

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Robert Gibbs, an Obama campaign spokesman who also has been spokesman for the transition, will become Obama's press secretary -- one of the most highly visible roles in the administration.

Dan Pfeiffer, communications director with the transition team, will be Obama's deputy communications director. He began work with the Obama campaign in January 2007 as traveling press secretary before returning to Chicago to work as communications director.


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(CNN) - O Presidente eleito, Barack Obama afirmou segunda-feira que o país enfrenta uma "crise económica de proporções históricas", e divulgou o time que escolheu para ajudar a economia de volta aos trilhos.
O Presidente eleito, Barack Obama anuncia os mais novos membros para sua administração.

O Presidente eleito, Barack Obama anuncia os mais novos membros para sua administração.
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Obama disse que ele procurou líderes que compartilham sua crença fundamental de que "não podemos ter uma florescente Wall Street sem uma próspera Main Street".

Obama tem aproveitado New York Federal Reserve Presidente Tim Geithner como secretário do Tesouro e ex-secretário do Tesouro Larry Summers como chefe do Conselho Nacional Económico.

Universidade da Califórnia-Berkeley economics professor Christina Romer, foi escolhida para ser a presidência do presidente do Conselho de Conselheiros Económicos.

O Conselho de Conselheiros Económicos é um grupo de economistas - incluindo os três que são nomeados pelo presidente do Senado e necessitam confirmação - que aconselha o presidente sobre a política económica.

Obama ainda comunicou Melody Barnes como o diretor de Política Interna e do Conselho Heather Higginbottom como director-adjunto do Conselho da Política Interna.

As observações do Obama veio poucas horas depois de o governo federal anunciou um pacote de salvamento maciço para o Citigroup - que o presidente Bush disse que ele tinha falado antes com cerca de Obama foi anunciado.

Geithner Wall Street ajudou a gerir financeira da fusão no início deste ano, fiscalizando a aquisição do Bear Stearns pelo JP Morgan Chase, o socorro da AIG e da queda da Lehman Brothers. Ele foi nomeado como o presidente da Reserva Federal Nova Iorque em novembro de 2003.
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Summers serviu como secretário do Tesouro no governo Clinton. Ele foi o principal economista do Banco Mundial a partir de 1991 através de 1993. Antes de sua carreira no governo, Summers leccionei economia em Harvard.

Obama no sábado ofereceram um esboço do seu plano de recuperação econômica de criar 2,5 milhões de empregos até 2011, dizendo trabalhadores americanos vão reconstruir as pontes e estradas do país, modernizar as suas escolas e criar mais fontes de energia alternativas. Assista vídeo Obama delinear o seu plano económico »

Detalhes do plano ainda estão sendo estudados por sua equipe econômica, Obama disse, mas ele espera o sinal de dois anos, plano nacional logo após tomar posse 20 de janeiro.

Obama assinalou que ele vai precisar de apoio de ambos os democratas e republicanos para passar um plano desse tipo, e disse que acolhe as sugestões dos dois lados do corredor.

"Mas o que não é negociável, é a necessidade de uma acção imediata", disse sábado.

Também neste fim de semana, fontes disseram que a CNN Obama é esperado para buscá Novo México Gov. Bill Richardson como secretário de comércio.

Obama assessores também têm CNN disse que Obama está "no bom caminho" para nomear Sen. Hillary Clinton como seu secretário de estado depois de Ação de Graças.

Obama's picaretas significa que, pelo menos, três ex-rivais da República Democrática primárias presidenciais serão em altos cargos na administração Obama: Richardson, Vice President Clinton e Joe-elect Biden. iReport.com: Compartilhe suas idéias sobre o gabinete do Obama escolhas

O presidente eleito também se reuniram a portas fechadas com o almirante Michael Mullen, presidente do Joint Chiefs of Staff, segundo um oficial militar E.U. com conhecimento directo das conversações.

A reunião, que teve lugar em Chicago na sexta-feira, foi uma "sessão se conhecer", disse o funcionário.

O presidente Bush aprovou pessoalmente a reunião, e foi também "encorajado" pelo secretário da Defesa Robert Gates, disse o funcionário. A aprovação não era necessária, mas foi dado por causa da sensibilidade de ter um presidente da sessão conselheiros dando conselhos a um presidente ainda em funções.

A reunião tinha como Mullen está analisando a um processo formal de "pedido de forças" ou RFF de comandantes no terreno de 15000 para 20000 adicionais para enviar tropas para o Afeganistão durante os meses de abertura da administração Obama. O presidente eleito tem falado sobre seu desejo de encontrar Osama bin Laden.

Presidente afegão Hamid Karzai disse Obama falou com ele por telefone sábado e garantiu-lhe que os Estados Unidos iriam enviar mais ajuda e prestar mais atenção ao seu país dilacerado pela guerra, segundo o escritório da Karzai, mas assessores Obama recusou a confirmar que o convite tinha incluído promessas específicas.

A equipe de transição Obama neste fim de semana também anunciou várias funções essenciais para a sua equipe comunicações.

Ellen Moran, o diretor executivo de Emily's List, será Obama comunicação do diretor.
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Robert Gibbs, um porta-voz da campanha Obama, que também foi porta-voz para a transição, tornar-se-á de imprensa da secretaria Obama - um dos mais visíveis papéis na administração.

Dan Pfeiffer, diretor de comunicações da equipe de transição, será Obama diretor adjunto da comunicação. Ele começou a trabalhar com o Obama campanha em janeiro de 2007 como secretário viajando imprensa antes de voltar para Chicago para trabalhar como diretora comunicações.
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Vivência

"A vivência com a diferença"


Apaixonado pela cultura em geral o aluno Felipe Brito já havia falado nos trabalhos acadêmicos anteriores sobre sincretismo e musicais. Falar sobre travestis não estava em seus planos, mas também não se poderia considerar um tema descartável. Com o passar dos meses e das experiências jornalísticas relacionadas ao tema muito conhecimento foi adquirido. Muitas vezes o senso de organização lhe faltava, mas logo tinha que ser recobrado, afinal de contas ali estava ele diante de prazos e metas das quais por muitas vezes pensava ele não conseguir cumprir. Se uma pauta e um roteiro bem elaborados e discutidos tinham importância, depois dessa vivência jornalística tornavam-se mais que fundamentais.

Várias reuniões, algumas entrevistas, muitas revisões de texto, inúmeras discussões, algumas até demasiadamente calorosas, temperaram a rotina acadêmica e jornalística do jovem Brito. Mais o que o fez analisar o futuro oficio foi o primeiro contato com as travestis profissionais do sexo por algumas horas por meio de uma entrevista. Ele e sua equipe denominada prisma chegaram por volta das dezoito horas na estação de Suzano. Era uma segunda-feira um pouco fria, já começava anoitecer, eles sabiam mais ou menos o local e se direcionaram até lá. Filmadora na mão, mp3, bloquinhos de anotação, alguns salgadinhos pra matar a fome, depois de mais um dia de trabalho para quase toda aquela equipe, sem contar a insegurança um pouco de medo, ansiedade e muito faro jornalístico. Eram todos principiantes pressionados pelo tempo e por seus conceitos já pré-estabelecidos. Em desistir eles não pensaram, mas Felipe Brito se questionava: porque enfrentar aquela situação sendo que no primeiro semestre poderia ele e sua equipe ter escolhido outro tema menos “hard”. O fato que a escolha já havia sido feita e como bons jornalistas tinham que cumprir com a pauta.

Lá conheceram Gleyci, uma jovem travesti de 18 anos, moradora da cidade de Suzano. Eram tantas as perguntas que Brito e sua equipe em certos momentos até as repetiam; receptiva, Gleyci, facilitava o diálogo ao criar momentos de descontração. Terminada a entrevista; todos inclusive Brito emitiam análises sobre o acontecido com muita leveza. Outras experiências jornalísticas vieram para Brito e equipe até o término do projeto, mas todas na perspectiva de um novo horizonte. Para Brito, ser jornalista não somente é escrever bem, mas também trabalhar com a tentativa contínua de se recriar a cada nova experiência profissional. Brito não só aprendeu a olhar a alteridade, mas também entendê-la mesmo que a ele causasse a maior estranheza. Para realização do T.C.C, Brito tem várias idéias e muito mais ferramentas para trabalhar. Uma delas é análise dos próprios conceitos, hoje ele pensa em emitir muito mais pós-conceitos que pré-conceitos como anteriormente. Afinal como um dia falou Margareth Mead: “ A diferença é algo precioso e tem que ser tratado com muito carinho”.