sábado, 8 de março de 2008

Imprensa: há 200 anos no Brasil


"Há 200 anos fazendo história no país"

No dia 10 de setembro de 2008, comemora-se os 200 anos da Imprensa no Brasil. Hoje, com toda tecnologia que existe, consegue-se fácil acesso à história que marca a Imprensa Brasileira. Tudo começou quando, por um lado, havia o jornal Gazeta do Rio - órgão oficial do governo português que tinha se refugiado na colônia americana – que relatava "o estado de saúde de todos os príncipes da Europa, (...) natalícios, odes e panegíricos da família reinante" e, por outro lado, o exilado Hipólito José da Costa lançava, de Londres, com o Correio Brasiliense (com S), o primeiro jornal brasileiro — ainda que fora do Brasil, foi criado para atacar "os defeitos da administração do Brasil", nas palavras de seu próprio criador, e admitia ter caráter "doutrinário muito mais do que informativo".

No início, a Imprensa, foi de certa forma censurada, pois a visão que foi estabelecida, era de que ela persuadiria à todos. Porém, no decorrer desse período, ela foi conquistando seu espaço e mostrando sua real função: Informar. A tecnologia é uma forte aliada da Imprensa, pois através dela consegue-se ter a qualidade de Jornalismo que temos hoje em dia. Informação, honestidade, responsabilidade, investigação, são requisitos básicos que compõem um bom Jornalismo.

Todas as modificações que a Imprensa sofrer com o passar do tempo, conseqüentemente, acompanhará o profissional de Comunicação, pois tem de haver uma proximidade entre emissor e receptor.

Manter-se atualizado, é fundamental. Utilizar das ferramentas – por exemplo, internet – disponíveis hoje, nada mais é que, conhecimento e fato natural. Escrever, de forma clara e objetiva, é o primeiro passo para resultar em um ‘produto’, que tem forte e significativa importância diante da sociedade.


Via: http://www.ilhado.com.br

quinta-feira, 6 de março de 2008

Muito ‘achismo’. Pouca investigação!

"Pouca gente para muito trabalho"

Ausência de investigação. Essa é a uma das grandes falhas do jornalismo atual. A justificativa, plausível ou não, é a corrida contra o tempo e o número reduzido de repórteres para tantas matérias, o que dificulta na apuração das notícias.

A gafe é cometida pela maioria dos repórteres que não analisam os relatos e documentos que chegam às mãos. As informações devem ser pontos de partida e não de chegada. O bom jornalista tem de ir atrás do que recebeu para ponderar os dados. As boas e “velhas” reportagens investigativas, hoje, em grande parte dos veículos de comunicação, têm sido simplesmente coleta e reprodução do material.

O repórter precisa ter não só o tal “faro jornalístico” para reverter a atual situação do jornalismo brasileiro. Para descobrir se uma declaração, uma estatística ou um documento equivale ao que foi dito ou se tem alguma coisa estranha, o jornalista deve obter ferramentas para investigar.

Não é uma tarefa fácil, mas talvez esteja aí o problema crítico que o jornalismo vem enfrentando. Talvez os leitores estejam cansados de tantos “achismos”, absolutamente inaceitáveis na profissão.


JOL: velocidade e qualidade devem andar juntas

Uma profissão na web

O novo profissional de comunicação on-line, o webjornalista, precisa de muitos requisitos para trabalhar na área. A profissão não exige somente saber escrever bem, o interessado deve ler muito, inclusive textos em inglês, pesquisar, operar planilhas, participar de fóruns, debates etc. Além de saber captar informação na Internet, claro, o profissional precisa saber ‘peneirar’ os conteúdos.

Mesmo com tanta tecnologia e convergência de mídia, no Jornalismo On-line (JOL) o fato é que o tradicionalismo prevalece. Objetividade, precisão e coesão perdem vez para a pressa em atualizar a página antes dos concorrentes.

O problema é que quanto mais recursos se quer usar, mais tempo se leva na produção da matéria. E como o anseio de dar o furo de reportagem acaba vindo em primeiro plano, o material jornalístico empobrece. A ambição é aceitável, só não pode se tornar clara a ponto de o leitor notar que o texto foi escrito às pressas, com erros de gramática e sem constatação do fato. O profissional deve atentar para isso.

A escrita, ferramenta de trabalho de todo e qualquer jornalista, precisa (e deve) ser impecável. Apesar de trabalhar no JOL, o bom jornalista é bom jornalista em qualquer lugar, ele só necessita de mais agilidade do que o habitual.


Via: Jornalistas da Web

Número de jornalistas-bloggers é grande

Jornalistas se dedicam a blogs

Das centenas de jornalistas ibero-americanos que têm um blog, 89% defendem o ‘jornalismo dos cidadãos’. O resultado é de uma pesquisa publicada pela revista acadêmica Dialogos de La Comunicacion, editada pela Federação Latino-americana de Faculdades de Comunicação Social (FELAFACS).

Segundo o estudo, os jornalistas-bloggers são, em geral, jovens do sexo masculino. São 75% de pessoas com idade inferior a 40 e apenas 30% correspondem às mulheres. Desse mercado, 91% cursaram jornalismo. Porém, quase metade acumula o jornalismo com outros trabalhos ligados à imprensa, além da universidade.

Para 48% o blog é um trabalho jornalístico e três a cada quatro pessoas consideram que, no blog, podem praticar o jornalismo de opinião. 57,1% admitem praticar um estilo livre de redação.

Certamente para esses jornalistas é mais um momento de lazer. A satisfação de escrever não é limitada pela quantidade de caracteres e o lugar é propício para expressar a real opinião do blogger sem se preocupar com a censura de um editor.


Via: Jornalismo & Comunicação

terça-feira, 4 de março de 2008

Revista dos Rumores midiáticos

Home da Rumores: simplicidade

O alerta feito pelo Manual da Folha de S.Paulo, de 1993 (2ª ed. p.108) sobre o cuidado em não se confundir rumor, boato e fofoca ainda está valendo, sobretudo depois do lançamento da revista Rumores, pelas mãos dos pesquisadores
do Grupo de Estudos de Linguagem: Práticas Midiáticas, da USP. O manual esclarece que "rumor é notícia que corre, verdadeira ou não".

No caso da revista, os estudos —concretos— não só demonstram uma tendência à disponibilidade de conteúdos científicos no ambiente da rede, mas também um aspecto bastante contemporâneo, visível nas temáticas multifacetadas alí tratadas.

Cinema novo, Foucault, Wiki, sensacionalismo, Twin Peaks, narrativas, estereótipos, entre outras palavras-chave que poderiam ser relacionadas, dão o tom deste primeiro número. Para os jornalistas valeria a pena atentar para os textos Jornalismo: uma discussão emergencial
para a pesquisa acadêmica em tempos de mídia digital, de Nancy Nuyen Ali Ramadan, bem como Imagens estereótipos do Brasil em reportagens de correspondentes internacionais, de Ivan Paganotti.
-----


Via: Jornalismo e Internet, e Rumores


domingo, 2 de março de 2008

Ordem judicial pára o Wikileaks.org

fac-simile da representação contra o Wikileaks

Não demorou muito para que o Wikileaks.org fosse retirado do ambiente virtual. A proposta arrojada de um jornalismo de desvendamento e captura de informações de regimes opressores para erem destrinchados recebeu um duro ataque: uma ação direta movida por Julius Baer Bank and Trust Company, uma entidade bancária das Ilhas Cayman. De acordo com David Ardia, do Idea Lab, a entidade conseguiu convencer um juiz de San Francisco a emitir uma Ordem Temporária de Restrição (TRO), proibindo o Wikileaks de publicar ou distribuir cópias dos documentos". A alegação do referido banco é de que os ditos documentos haviam sido roubados.

Um movimento de defesa do Wikileaks.org foi mobilizado por várias entidades, tal como informa o Jornalismo & Internet. Em nome da liberdade de expressão, estas entidades, incluindo o Citizen Media Law Project, Reporters Committee for Freedom of the Press, Los Angeles Times, Hearst Corp., Gannett Co., Associated Press e Society of Professional Journalists entraram com uma uma representação contra esta medida.

Ardia, esclarece em seu texto que o ambiente wiki estava servindo como um depositório de documentos que ajudariam a compreender melhor o que vem ocorrendo, por exemplo, com "as regras de empenhamento para tropas americanas no Iraque, um militar manual para o funcionamento do centro de detenção de Guantanamo Bay, Cuba, e "outras provas ". Tal como foi postado neste blog, o Wikleaks.org desejava impactar e parece ter conseguido. Este caso merece acompanhamento, pois estão em jogo a liberdade e a possibilidade de se esclarecer inúmeros casos de desrespeito aos direitos humanos.

Via: Jornalismo & Internet e Idealab

sábado, 1 de março de 2008

Será que o plágio existe no jornalismo?

Será que a imagem é "fake"?
Usando uma frase de Sonia M. R. Vasconcelos que diz: Na visão da maioria dos países de língua inglesa, o plágio é definido como a "apropriação ou imitação da linguagem, idéias ou pensamentos de outro autor e a representação das mesmas como se fossem daquele que as utiliza". Mas será que isso realmente acontece?
Vemos por ai inúmeros programas de tv, certos tipos de reportágens, políticos que prometem o que o outro político do outro partido também está prometendo... É uma enrolação, isso parece que serve somente para pertubar os pobres eleitores, justo aqueles que não tem o "estudo" suficinente para destinguir qual é o certo e qual é o errado!
Agora, não pensando nos plágios na tv, que são os mais comuns, pensemos no mundo jornalistico! Será que existe plágio no jornalismo? Bem, deve existir. O que seria daquele jornalista famoso de uma grande emissora, ou de um grande jornal se ele não "copiasse" aquela matéria, mudaria algumas palavras, e que foi o maior sucesso? Não tem como não existir o plágio, ele vive, ele ronda qualquer meio em que qualquer um possa trabalhar.
O plágio no jornalismo não se limita somente a certos países, ele se encontra em todo o mundo, onde possa existir uma notícia. O grande diferencial, é que o plágio lá fora é condenável a pena, não pena na cadeia, mas dependendo é uma condenação acadêmica! Que cousa!
Pois bem, como aqui no Brasil é terra de ninguém, tudo fica por isso mesmo!