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quinta-feira, 28 de maio de 2009

As tecnologias móveis da comunicação no ciberespaço



A mobilidade das tecnologias no ciberespaço

A tecnologia de comunicação está provocando profundas mudanças em todas as dimensões da nossa vida e colaborando para uma modificação do espaço urbano. O telefone, o computador a televisão digital vieram agregar para uma crescente expansão do capitalismo, que visa essencialmente o lucro e com isso, agiliza a difusão das tecnologias atingindo um maior número de pessoas consumidoras, ajudando na ampliação do mercado tornando-as mais acessíveis a todos. As novas tecnologias permitem a distribuição de informações “just in time” com pequenos toques.
Segundo Andre Lemos “as mídias locativas permitem que informações sobre
uma determinada localidade sejam visualizadas em um dispositivo móvel,
“aumentando” a informação.” Dá-se o nome a esse tipo de
hiperlinkagem de Mobile Augmented. As novas formas de relacionar-se com o mundo e as novas funções adicionadas ao celular, por exemplo, o tornam um computador pessoal “invisível”- “A medida que o celular se torna um PC onipresente, a internet deixa de ser uma rede para se tornar um mapa”. O celular nos dá uma mobilidade inimaginável. Uma pessoa pode ser localizada se quiser, ou pode se conectar com qualquer lugar sem precisar de um cabo ou rede por perto. A tecnologia “miniatura” permite além de maleabilidade, uma mobilidade enorme pois facilita no processo individualizado da comunicação a qualquer hora e em qualquer lugar.
O que se pode perceber então é que o cidadão está se libertando dos dispositivos eletrônicos com fios e cabos para se conectar a internet em movimento dentro do
ciberespaço. Dessa forma a era da conexão e da mobilidade nos dá a idéia de que os veículos para nos comunicarmos não está mais num espaço, mas, que o espaço é interativo, ou seja, não existe apenas um ponto de conexão pois esta conexão está por todo o lugar.
Hoje a sociedade da informação está fazendo com que os computadores “desapareçam” e venham a se introduzir, em todo objeto a nossa volta gerando a
computação ubíqua. Entretanto o que estamos vivenciando são as novas maneiras de uso do espaço urbano comunicacional através do deslocamento de dispositivos digitais e processos de comunicação por redes sem fio. È o que o celular faz atualmente, fornecendo informações encontradas na web sobre os locais desejados.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

O futuro do Jornalismo online

Novas tendências no Jornalismo On Line facilita a vida dos internautas

Segundo o diretor da Sinconline as notícias estão sempre actualizadas na Internet, e qualquer pessoa pode ver e participar. Através da Internet, dizia ainda o diretor, é possível a qualquer pessoa enviar comentários ou até mesmo notícias. “Quem sabe, amanhã, no jornal, faremos referência ao que nos enviar”.

Não é fácil, por enquanto, prever qual será o papel da Internet no futuro do jornalismo, ou mesmo qual será a evolução do jornalismo online. Os estudiosos dividem-se e apresentam diferentes perspectivas do que está para vir. Por um lado, defende-se que o jornalismo online terá práticas e características semelhantes às actuais, apenas utilizará um meio diferente para a difusão da mensagem, um meio que tem a vantagem de conjugar texto, imagem e som numa só estrutura e que está ao alcance de todos, em qualquer lugar do mundo, à distância de um clique. Em oposição, estão os estudiosos que vêem na Internet o fim do jornalismo. Não sendo necessário um mediador que seleccione e apresente as notícias, uma vez que todos podem aceder às mesmas fontes de informação que os jornalistas, estes deixarão de ter um papel relevante na sociedade e seremos, ao mesmo tempo, produtores e consumidores de conteúdos.
O futuro do jornalismo, apesar de ser difícil de prever, deverá estar num espaço intermédio entre as duas versões apresentadas anteriormente. A Internet não representará o fim do jornalismo e dos jornalistas, mas vai, certamente, modificar muitas das práticas actuais nas redações (mesmo nas de meios de comunicação online). A deontologia e o profissionalismo dos jornalistas continuarão a ser os mesmos; a forma como se investiga e constrói uma notícia terá semelhanças com o que se realiza hoje; a apresentação será diferente e os profissionais do sector terão que se adaptar às novas tecnologias.

Sendo assim, pouco ou nada é originalmente produzido na redação online, fazendo do trabalho dos jornalistas o que eles mesmos chamam de " integração ou centralização de conteúdo''. Por conta disso, a questão que se coloca é imaginar ser ou não um exagero que o jornalismo, no rigor do conceito, não exista de fato na WEB, na medida em que vemos produtores de conteúdo como especialistas em tão somente reunir a produção - já evidentemente apurada e tratada - de diferentes meios de comunicação.


Fontes: Fabiana Puncini - Jornalismo On Line, Elisabete Barbosa - Universidade do Minho, Portal Baciotti

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Traços da nova geração

Virtual Reality em tuninglinx.com

William Araújo

Considerando-se que as universidades recebem anualmente jovens na faixa da adolescência e esta tem sido antecipada pela possibilidade de acesso às tecnologias fixas ou móveis, faz sentido observar as mudanças já evidenciadas na sociedade americana --o que poderia ser expandido para outras, respeitando as devidas proporções-- pela Fundação Kaiser, em relação às pessoas de 8 a 18 anos.
O texto de Rafael Andaku, "A geração M, jovens habituados a mídias simultâneas", certamente serve como ferramenta para entender aqueles que chegam na universidade, o conhecimento que já dominam e o que não aguentam mais ver, senão novidades incessantes.
O acesso cada vez mais acentuado às tecnologias e as mudanças que promovem cognitivamente e em nível comportamental precisam ser analisadas, ponderadas e assimiladas, sob penas de se cometer erros exorbitantes com estes jovens. Deduz-se que eles esperam dos educadores, no mínimo o mesmo nível de diálogo para se sentirem motivados, O extenso estudo da Kaiser Family Fundation --disponível em pdf --apesar de estar em lingua inglesa-- poderia fomentar discussões entre os educandos e estudantes.