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sábado, 30 de agosto de 2008
Companheiros de trabalho
Que o jornalismo não é imparcial todo mundo já sabe. Que muitas vezes defende interesses políticos ou econômicos também não restam dúvidas. Mas um ponto importante foi ressaltado há algum tempo pela imprensa: escrever isso abertamente dá processo.
Não são poucos os processos por calúnias e danos morais que circulam no judiciário movido por jornalistas contra seus próprios companheiros de trabalho. O destaque dessa vez fica com a guerra travada entre o jornalista Luis Nassif que montou em seu blog um especial sobre a Revista Veja, e o colunista Diogo Mainardi, que abriu o processo contra Nassif e o portal IG por calúnia e difamação.
Intitulada de “O Caso Veja”, a série de Nassif já rendeu outros dois processos, no final de fevereiro. O primeiro ajuizado pelo diretor de redação da Veja, Eurípedes Alcântara e o outro movido pelo editor da coluna Radar, Lauro Jardim.
Segundo Nassif, a relação entre ‘o quarteto da Veja’ (Mainardi, Jardim, Alcântara e Mário Sabino) servia para favorecer um esquema criado pela revista em que se estabeleceria ligação direta com o banqueiro Daniel Dantas.
Ao comentar os ataques, Nassif afirmou através de seu blog que a revista procura "calar os críticos" com ataques à honra pessoal e ações judiciais. "Na outra ponta, busca-se calar os críticos entupindo-os de injúrias (em 1,2 milhão de exemplares) e processos. São custos altos para a defesa e custos altos para as ações contra a revista".
Um fato que chama atenção é a disputa estar ocorrendo entre uma revista e um blog, o que responde claramente a dúvida de jornalistas e blogueiros sobre qual o alcance de um blog: O suficiente para abalar uma revista semanal e de veiculação nacional.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Novas tecnologias a serviço do bem estar
Um novo conceito em DVD, o Blu-rayEra de se esperar, que com tantos recursos tecnológicos, o mundo pudesse ser escravo deles, tanto no aspecto telefônico, como em mp3 e dvd, e sites que baixam músicas instântaneamente, em qualquer parte do mundo, se o seu computador estiver conectado na web, mas isso também é fácil, por que agora existe a internet sem fio (wireless), invenção que valoriza a praticidade e o lazer.
Mas uma das mais expressivas é o DVD. Criado em 1997, ele desbancou o VHS dois anos depois, feito iniciado pelo CD, que eliminou das lojas de músicas os tais bolachões pretos de vinil. No começo o DVD era uma espécie de cd que passava filmes, não tinha o recurso de gravação e por isso custavam caro. Atualmente é possível tê-los em casa para reproduções consideradas piratas, ou comprando em promoções em grandes lojas de departamentos a meros R$ 9,90. Como isso é possível?
Pois bem, agora chegou ao mercado o Blu-ray, um novo tipo de dvd, com alta definição de gravação que permite ao usuário uma tecnologia a mais para o seu filme predileto. Mas será que ele conseguirá desbancar a grandiosa Internet? É preciso esperar para ver, e isso pode ser uma questão de dias, meses ou anos.
Bem a única desvantagem do Blu-ray é que ele pesa mais no bolso do que os dvds convencionais, que alguns já conseguem rodar dvds regravavéis com alta tecnologia, mas não com o mesmo efeito. A grande vantagem esta na possibilidade de se ter em casa uma locadora inteira, tal como um cinema.
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