terça-feira, 19 de maio de 2009

Sites de Busca
Procurando Informações
Na era da informática há um acúmulo de informações, dentre elas muitas equivocadas, sem fontes apropriadas e muitas vezes falsas. E o que seria das pessoas hoje sem os famosos sites de buscas? Eles são ágeis, com eles é fácil de encontrarmos o que precisamos, principalmente dados informativos, porém como dito nem sempre dados verdadeiros.
Na internet o que não falta são
motores de busca, esses são tão eficientes para empresários, donas de casa como principalmente para os estudantes. Neles podemos encontrar de tudo, tanto receita de bolo, como pesquisas mais avançadas para cientístas. Os chamados motores de busca, buscadores on-line é um programa feito para auxiliar a procura de informações armazenadas na rede mundial, dentro de uma rede corporativa ou de um computador pessoal.
Os buscadores mais conhecidos pelos internautas, abrangendo os estudantes, pesquisadores, professores entre outros profissionais, é o chamado site de busca
Google. Além de ser conhecido universalmente, ele é o mais acessado para efetuar buscas, pesquisas, e consequentemente é a máquina de busca mais confiável para se anunciar qualquer tipo de negócio.
Portanto, navegar na internet sem ajuda desses inteligentes mecanismos de busca, que procuram os endereços que queremos visitar, e com isso, nos poupam tempo e dinheiro é indispensável e impensável.
Jéssica M. Lessa

O blog na era da cibercultura


Pode-se dizer que
boom dos blogs com conteúdo jornalístico ocorreu no dia 11 de setembro de 2001, logo após o atentado terrorista às torres do World Trade Center. De acordo com a Pew Internet Project, os ataques terroristas geraram o maior tráfico aos sites tradicionais de notícias da história da internet. Muitos desses sites não suportaram a demanda e acabaram ficando sem sistema, o que gerou uma busca desenfreada por informações em e-mails, blogs e fóruns. Ao mesmo tempo em que as pessoas tentavam acessar os sites da grande mídia indisponíveis, estes tentavam, ao menos nas primeiras horas, não comprometer o governo norte-americano, tarefa que ficaram ao encargo dos milhares de blogueiros e leitores que passaram a buscar fontes alternativas de informações.
Segundo o sociólogo e especialista em cibercultura André Lemos, “uma das mais importantes características dessa generalização da conexão é
liberação do pólo da emissão.” Depois de séculos vendo os meios de expressão e comunicação sendo controlados por uns poucos, os indivíduos se entusiasmam com a possibilidade de eles mesmos poderem produzir e veicular informação. A socióloga Paula Jung Rocha afirma que “a publicação de blogs teria o caráter de mostrar o que não está sendo foco da grande mídia.”
Este novo tipo de se fazer notícia vem se mostrando um modelo favorável ao chamado jornalismo cívico. Segundo
Paula Rocha, isso se deve ao fato de que, com os blogs, o jornalismo público está sendo feito pelo público, e não por grandes empresas com interesses comerciais.
O blog é a maneira mais democrática de expressão, já que não é feito um controle do conteúdo a ser enviado aos leitores. Mas é preciso refletir nos dois lados dessa moeda: o de que o jornalismo é feito por pessoas qualificadas, que realmente conhecem o assunto sobre o qual estão escrevendo e, assim, beneficiam a população de leitores como um todo; e o lado da moeda em que se encaixam aqueles que, de algum modo, prejudicam a atividade jornalística, tanto por não terem o conhecimento necessário para tal atividade, quanto pelos que tentam imprimir uma tomada de atitude da população em benefício próprio, e não em benefício geral.

Perfil dos Jogadores de webgames

Usuários de Webgames
Os Webgames são jogos eletrônicos que vem conquistando os internautas por utilizarem de navegadores e da internet. Eles se diferenciam dos videogames normais por ter de contexto uma instalação fácil de componentes e por necessitar de outros usuários para poder jogar.

Em pesquisa apresentada no XXIX Encontro nacional de Psicologia da SBP, em Campinas sobre os webgames, descobriu-se perfis de alguns usuários dos jogos on-line, entre eles a maioria são homens com idades de 20 a 29 anos, solteiros com o 3° grau completo. Em outro estudo realizado pela Universidade de Nottingham Trent, na Grã-Bretanha, afirma que 57% dos jogadores mudam de sexo em jogos online, muitos dos que optam por uma representação de outro sexo nos jogos virtuais online para conseguir vantagens nos jogos.

A partir dessas pesquisas nota-se que os usuários tem um perfil próprio e que são capazes de mudar de sexo ou omitir alguns dados para ter vantagens nos jogos, no entanto os webgames vem a cada dia mais conquistando novos adeptos por ser um jogo de fácil acesso e por possibilitar interatividade.
Com o crescimento da tecnologia e a rapidez da Internet, os jogos estão possibilitando um novo desafio para os jogadores, que encontram variedade desde grades simuladores da vida real à aventura e ação, com todas as mudanças os perfis tendem a ampliar e personificar junto com o desenvolvimento dos games.

Web TV: Mais um recurso ao internauta

TV personalizada e interativa idealizada pelo site de vídeos Videolog
Cada vez mais a idéia da TV sendo transmitida pela Internet é enfrentada e aceita em nosso cotidiano. As possibilidades para explorar esse recurso são muitas. Novos negócios e muitas parcerias surgiram e continuarão surgindo. Já existem sites específicos que possibilitam o internauta de criar seu próprio canal de TV via web. A idéia pode ser ampliada, transformando a possibilidade de empresas utilizarem esses recursos. Muitos meios de comunicação, sejam eles impressos ou mesmo da própria rede, já estão criando suas emissoras pela web, abrindo mais possibilidades de captação de informações.
Um exemplo clássico, que não pode ser deixado de lado, é a TV UOL . Nela, não são apenas vídeos criados com qualquer finalidade que são inseridos em um site, como acontece no youtube, por exemplo. Os vídeos, nesse 'canal', são exclusivamente criados com o objetivo de informar o internauta utilizando estratégias compatíveis com o meio da Web. Muitos outros meios como jornais impressos, também criam sua própria TV e o interessado "compra" o veículo online pelo valor agregado e tradição daquela empresa que já é conhecida por ele.

A internet que já tem cerca de 40 anos , tendo surgido na época da Guerra Fria em 1969, tornou-se de tal forma imprescindível que milhões de pessoas ligam-se à gigantesca teia de comunicação. Hoje, o acesso à Web não é mais considerado um luxo, pois é visto como o maior sistema de comunicão desenvolvido pelo homem. Possibilitando essa gama de opções, pode-se dizer que só não se informa aquele que realmente não se interessa. A tendência é que essa rede cresça cada vez mais, onde novidades ainda desconhecidas surjam.
O aspecto positivo de tamanha variedade é a atração de mais internautas aos sites de noticias. Essa identificação criada entre os meios e a população valoriza a possibilidade de retenção de informações. Pensando por outro aspecto, acabamos nos aprisionando à tais recursos, com a grave chance de nos excluirmos socialmente, estando constantemente ligados à rede. Cabe aos próprios usuários definir qual seu limite. E ficar sempre atento ao que acontece não apenas nos fatos noticiados mundo à fora, mas também àqueles que acontecem à volta de cada um.

Desafios da convergência

Diferentes conteúdos se tornam disponíveis em um mesmo espaço devido a Convergência.
Integrar rádio, televisão, internet, telefone em um mesmo espaço poderia soar como uma idéia futurista e improvável há algumas décadas. Mas foi exatamente isso que a convergência tecnológica tornou realidade. A tecnologia revoluciona a forma de comunicar, e amplia os horizontes de quem recebe e de quem produz informação, além de gerar a necessidade de adequação das empresas ao ambiente em constante transformação.
Para levar as inúmeras vantagens da convergência ao grande público tais empresas investem cada vez mais em
infra-estrutura, com equipamentos que substituem a tecnologia utilizada até pouco tempo. Por outro lado, é preciso pensar na produção de conteúdo, que exige dos profissionais o conhecimento das características de cada meio.
Mais do que a simples reprodução, a convergência possibilita o surgimento de uma nova linguagem, mais interativa e dinâmica, com a possibilidade de criar
produtos inovadores que facilitem o fluxo de informação. Aos jornalistas, oferece um cenário ideal para experimentar os recursos multimídia e, ao mesmo tempo, desafiador, pois diante da tecnologia a capacidade de mudança torna-se fator de sobrevivência.
Enquanto a tecnologia avança e os meios convergem para a mesma plataforma digital, o mercado de comunicação vai aos poucos se adequando. Certamente o investimento será alto e ainda não há um prazo para que todas as maravilhas estejam disponíveis. Aos comunicadores do futuro cabe a tarefa de também convergir no modo de pensar e produzir informação. Difícil, porém inevitável.

Usabilidade

As vezes é preciso pedir socorro



Usabilidade é um termo utilizado para definir o nível de facilidade que as pessoas encontram utilizando as ferramentas possíveis em web. Usabilidade é sinônimo de facilidade de uso. Se um produto é fácil de usar, o usuário tem maior produtividade: aprende mais rápido a usar, memoriza as operações e comete menos erros.

Para Marco Oliverio, professor da UNIP (Universidade Paulista), usabilidade é sinônimo de facilidade de uso, pois se o produto e fácil de usar, o usuário consegue ter maior produtividade, aprende mais e memoriza mais rápido. Segundo o Marco, a usabilidade é aplicada sempre que houver uma interface, ou seja, o contato entre ser humano e objeto. Oliverio ainda critica empresas brasileiras que preferem investir numa campanha publicitária que faça o produto parecer fácil do que realmente torná-lo fácil através do envolvimento do usuário durante seu projeto. Mesmo assim ele diz que o mercado de usabilidade no Brasil esta em plena expansão.
Evidente que dentro de um espaço totalmente ilimitado e com um grande leque de opções, que empresas que tenham sites ou blogs, devem ter um analista de usabilidade. O Banco do Brasil parece não ter um, segundo opiniões de pessoas que utilizam os serviços online do banco. No blog http://www.valongueiro.blog.br/ uma discussão foi aberta depois de um usuário se queixar dos serviços do banco. Segundo um cliente “Os avisos de erro são absurdamente vagos e não nos dão opções nem saídas para tentar solucionar problemas. Alguns botões não são nada intuitivos, o serviço carece de ícones que poderiam nos ajudar bastante e informações essenciais são incrivelmente negligenciadas”. O cliente revoltado completa: “Tenho certeza de que a implementação de bons projetos de usabilidade e acessibilidade para esse serviço iriam gerar cifras enormes ao banco”.
O problema de usabilidade é algo que nos deixa perplexos, com tanta informação e tecnologia, o problema ainda persisti em alguns serviços. Mensagens de erros, queda de conexão, uma interface que mais confunde do que ajuda. Há verdadeiras “saladas” onde o ingrediente que falta é a usabilidade. Quem nunca se irritou na tela de um computador, quando este transmite uma mensagem de erro. Mesmo depois de ter esperado por alguns minutos? As vezes é preciso ter paciência até mesmo com a velocidade da web.

sábado, 16 de maio de 2009

Jornalismo Colaborativo: Um novo desafio para os Jornalistas


A notícia produzida pelo cidadão comum
Com o desenvolvimento tecnológico dos últimos anos e a popularização da internet o Jornalismo online surgiu tendo como a sua principal marca o imediatismo. Essa nova forma de informar se popularizou e ganhou status entre as grandes redes de comunicação que passaram a usar mão desse recurso para atrair cada vez mais leitores/expectadores/ouvintes. A internet propôs desafios para quem faz a notícia, questionado o uso do lead e da pirâmide invertida no cyber espaço, e defendendo o uso de hiperlinks e textos curtos e objetivos. Outra grande polêmica que ela trouxe com a sua ascensão foi o papel do jornalista na concepção da notícia.
O jornalismo Colaborativo, ou Open Source, é aquele onde quem recebe a notícia também é capaz de produzi-la. Em outras palavras, são as pessoas pegando suas máquinas fotográficas ou celulares e saindo para filmar ou fotografar aquilo que para eles é digno de notícia, e depois mandando para grandes portais da rede, onde ficam disponíveis para os outros internautas. Ai que está a grande questão: Se os próprios usuários podem produzir conteúdo, qual seria o papel do jornalista nesse novo jornalismo online?
Ana Maria Brambilla, jornalista, mestre em Comunicação e editora assistente de conteúdo colaborativo na Editora Abril, citou em um de seus artigos uma possível saída para os jornalistas: “como uma alternativa para a reorganização dos papéis entre os interagentes deste cenário,aconselhando que jornalistas sejam responsáveis por reescrever os artigos, adaptando as informações de base, fornecidas por qualquer internauta, aos parâmetros jornalísticos de texto sustentados pela imparcialidade e pela objetividade”. A autora ainda defende em outro artigo que o Jornalista não pode ser o único dono da palavra, e que os colaboradores da notícia não devem ser vistos como inimigos, mas sim como aliados.

Dessa forma, podemos acreditar que o Jornalismo ainda continuará tendo um importante papel no ambiente virtual. Porém, mudanças e adaptações serão necessárias para que o Jornalismo Digital possa evoluir. Assim como existem a linguagem radiofônica e a linguagem televisiva, o texto para um jornal online não podem ser igual ao visto no jornalismo impresso. E o comportamento do profissional de cada área tem que ser distinto também. E por que não aproveitar a interatividade que a internet oferece para ter conteúdo exclusivo e de quem está vivenciado o fato? O jornalismo colaborativo exige dos profissionais da área aquilo que eles sabem fazer de melhor: averiguar fatos, editar textos, e criar notícia de forma que prenda a atenção de quem vai ler. O Open source veio para revolucionar a maneira de como se fazer Jornalismo, e exigir que os profissionais de mídia tornem o noticiário cada vez mais atrativo e interativo. Afinal, se os leitores não gostarem, eles mesmos poderão fazer o seu próprio jornal....