sábado, 1 de março de 2008

Será que o plágio existe no jornalismo?

Será que a imagem é "fake"?
Usando uma frase de Sonia M. R. Vasconcelos que diz: Na visão da maioria dos países de língua inglesa, o plágio é definido como a "apropriação ou imitação da linguagem, idéias ou pensamentos de outro autor e a representação das mesmas como se fossem daquele que as utiliza". Mas será que isso realmente acontece?
Vemos por ai inúmeros programas de tv, certos tipos de reportágens, políticos que prometem o que o outro político do outro partido também está prometendo... É uma enrolação, isso parece que serve somente para pertubar os pobres eleitores, justo aqueles que não tem o "estudo" suficinente para destinguir qual é o certo e qual é o errado!
Agora, não pensando nos plágios na tv, que são os mais comuns, pensemos no mundo jornalistico! Será que existe plágio no jornalismo? Bem, deve existir. O que seria daquele jornalista famoso de uma grande emissora, ou de um grande jornal se ele não "copiasse" aquela matéria, mudaria algumas palavras, e que foi o maior sucesso? Não tem como não existir o plágio, ele vive, ele ronda qualquer meio em que qualquer um possa trabalhar.
O plágio no jornalismo não se limita somente a certos países, ele se encontra em todo o mundo, onde possa existir uma notícia. O grande diferencial, é que o plágio lá fora é condenável a pena, não pena na cadeia, mas dependendo é uma condenação acadêmica! Que cousa!
Pois bem, como aqui no Brasil é terra de ninguém, tudo fica por isso mesmo!

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

O jornalismo dando lição

Jornais ensinam crianças a escreverem

Tânia Regina Gonçalves Figueiredo, professora de Ensino Fundamental da rede pública na cidade de Marília, interior de São Paulo, usou o jornalismo para dar aulas a crianças de 1ª a 4ª séries. Tânia usou a linguagem escrita para estimular a produção de textos e melhorar o conhecimento dos alunos na língua portuguesa.

Durante dois meses a professora da Escola Estadual Antônio Gomes de Oliveira, trabalhou com os alunos na análise de estruturas de textos jornalísticos. O objetivo era sanar as dificuldades que os estudantes têm em escrever, com espontaneidade, textos claros, objetivos e com seqüência lógica.

Com recortes e colagens a pedagoga ensinou as crianças a manusearem e identificarem cada seção do jornal, além de entenderem os diversos tipos de texto, como anúncio, propaganda, notícia, reportagem etc. Depois do aprendizado, a lição era elaborar todos os textos estudados. Os alunos também tiveram noção de diagramação e elaboração gráfica à medida que tinham que produzir o jornal da classe para exposição na escola.

Com as reportagens feitas os alunos aprendiam não só português, mas também matemática, história, geografia, ciências, saúde e educação artística.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Novas tecnologias a serviço do bem estar

Um novo conceito em DVD, o Blu-ray

Era de se esperar, que com tantos recursos tecnológicos, o mundo pudesse ser escravo deles, tanto no aspecto telefônico, como em mp3 e dvd, e sites que baixam músicas instântaneamente, em qualquer parte do mundo, se o seu computador estiver conectado na web, mas isso também é fácil, por que agora existe a internet sem fio (wireless), invenção que valoriza a praticidade e o lazer.

Mas uma das mais expressivas é o DVD. Criado em 1997, ele desbancou o VHS dois anos depois, feito iniciado pelo CD, que eliminou das lojas de músicas os tais bolachões pretos de vinil. No começo o DVD era uma espécie de cd que passava filmes, não tinha o recurso de gravação e por isso custavam caro. Atualmente é possível tê-los em casa para reproduções consideradas piratas, ou comprando em promoções em grandes lojas de departamentos a meros R$ 9,90. Como isso é possível?

Pois bem, agora chegou ao mercado o Blu-ray, um novo tipo de dvd, com alta definição de gravação que permite ao usuário uma tecnologia a mais para o seu filme predileto. Mas será que ele conseguirá desbancar a grandiosa Internet? É preciso esperar para ver, e isso pode ser uma questão de dias, meses ou anos.

Bem a única desvantagem do Blu-ray é que ele pesa mais no bolso do que os dvds convencionais, que alguns já conseguem rodar dvds regravavéis com alta tecnologia, mas não com o mesmo efeito. A grande vantagem esta na possibilidade de se ter em casa uma locadora inteira, tal como um cinema.

Via: Veja

Que solução é esta?

Site japonês disponibiliza três jornais

As três principais empresas de jornais no Japão, Nikkei Inc., Asahi Shimbun Co. e Yomiui Shimbun Holdings, imaginaram ter criado a solução para a queda de vendas de jornais no país.

As editoras lançaram no dia 31 de janeiro um site que disponibiliza aos leitores os três jornais em um único portal. Assim os internautas podem comparar e avaliar o conteúdo dos periódicos, além de primeiras páginas, notícias e editoriais. Para quem entende a língua basta clicar e conferir no site.

O objetivo do empreendimento é aumentar a venda dos jornais que tem sido mais fraca no país do que em outras regiões.


Via: Atrium

Jornalistas cidadãos?

Será o fim dos jornalistas?

O lançamento de um espaço na Internet de “jornalismo dos cidadãos” virou debate entre docentes e investigadores nos Estados Unidos. O site, neaju.com, levou os responsáveis pela criação a uma troca de e-mails com várias escolas de jornalismo no país americano.

Jeremy Littau, estudante de doutarado na Universidade do Missouri, aproveitou a troca de mensagens virtuais para começar um debate sobre o que é o verdadeiro jornalismo dos cidadãos. Littau
questionou a Vadim Gorelik, repórter da Neaju, o que é jornalismo, notícia e se quem escreve no espaço é jornalista ou cidadãos apenas tentando exercer a profissão. Segundo Gorelik, o problema com o jornalismo é claro; os blogs são chamados de editoriais e se assemelham bastante com os jornais.

De fato, o momento para o jornalismo é crítico. Há tendências que antecipam o fim do jornalismo decorrente da ascendência e da credibilidade dos sites noticiosos. Outros dizem que o jornalismo deve se enquadrar no maior e mais rigoroso profissionalismo. Qual é ou qual será o destino dos jornalistas não sabemos. Torcemos para que o desaparecimento do bom jornalismo possa ser evitado.

Via: Atrium

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Wikileaks aposta na "fuga de informações"

Logo do Wikileaks sugere o tempo como o senhor das "coisas"

O Wikileaks, ferramenta aberta semelhante ao Wikipédia surge com uma proposta no mínimo polêmica e o desejo de que isso repercuta está visível na intenção dos criadores:

"Nós ambicionamos o máximo impacto político; isto significa que o nosso interface é idêntico ao da Wikipédia e acessível a qualquer pessoa, mesmo pelas que não possuem elevados conhecimentos informáticos."
A proposta é uma "versão não censurada do Wikipédia visando a divulgação e análise de documentos em grande escala cuja fonte não poderá ser rastreável", de regimes opressores no mundo todo, mas deixa em aberto que outros também denunciem práticas antiéticas de governos e corporações. O Wikileaks diz ter recebido cerca de 1,2 milhões de documentos até o momento.

Recorrendo a tecnologia de criptografia, o Wikileaks permite a proteção e o anonimato das fontes. Na visão dos administradores deste espaço, a prioridade é a "fuga de informação" eticamente corretas, que historicamente "alterou o curso da história para melhor", motivo pelo qual apostam que isso ocorra no presente e permita projetar "um futuro melhor".

O teor jornalístico soa forte nestes ambientes, mas por certo também o denuncismo, fenômeno que por vezes disfarça interesses excusos. Os criadores no entanto parecem estar seguros quanto à veracidade dos dados, haja vista o tipo de checagem e cruzamento de dados, que pode fazer inveja a muitas empresas de comunicação. Indubitavelmente, no Wikileaks poder-se-á, daqui para a frente, observar relatos, documentos e histórias que a mídia tradicional não se interessa —pelo impacto e retaliações—, bem como dificilmente teria condições de oferecer. Este, associado às outras ferramentas da rede, merece ser acompanhada de perto.
O Wikileaks já realizou todos os testes possíveis de funcionamento, mecanismo semelhante ao do Wikipédia, mas sem um vínculo com a mesma. Sem uma data de início definitiva, oferece para análise um documento da Somália, o “Inside Somalia and the Union of Islamic Courts” . A associação com o jornalismo é dada na página inicial, cuja frase da Time Magazine sintetiza:
“
... could become as important a journalistic tool
as the Freedom of Information Act.
„

— Time Magazine


Via: MyWeb.Yahoo [bookmarks]

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Caminho da "História das imagens"

Das figuras primitivas de Lascaux aos atuais motion graphics

Chama a atenção quanto ao trânsito de informações entre os blogs, e o modo como a descoberta ou sugestão é exposta, sugerindo um olhar sobre a data de origem da busca, o modo como a mesma transita no ambiente web.
Diante dessa observação, resolveu-se capturar a partir da apresentação de "História da comunicação em imagens", no blog Jornalismo e Internet, que faz referência ao ambiente no qual se buscou a informação, no caso o espaço de Félix Bahón —Cuarto y Mitad de periodismo —, que por sua vez capturou do SegundoPlano, de Álvaro Liuzzi.
O material descoberto por Liuzzi, cujo site de origem é o Citrinitas, está em inglês, exigindo conhecimento da lingua ou um esforço de tradução que pode ser facilitado, por exemplo, com o Google Translater lançado em novembro de 2007. Fica a indicação não só de ir à The History of Visual Communication, como também ao demais espaços citados, com preocupações bem semelhantes ao deste blog, que por sinal também publica este achado.

Via: Jornalismo & Internet > Cuarto y Mitad > Segundo Plano > Citrinitas