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sexta-feira, 13 de junho de 2008

Matemática - "faz parte"

A matemática, com o tempo será cada vez mais presente nas formas de trabalho no jornlaismo



Na busca de aprimorarmos a qualidade das notícias, por vezes nos esquecemos que muitos dos termos utilizados por esse mundo novo – A INTERNET – são desconhecidos por parte dos jornalistas, ou melhor dos alunos de jornalismo, e essas questões suscitam a necessidade de uma melhor preparação dos profissionais para lidar com as tecnologias no jornalismo.

Desse modo em especial, é preciso termos consciência que hoje se faz necessário discutir a formação dos futuros repórteres. Não caberia nas grades curriculares de hoje, matérias direcionadas as novas mídias? Ou como usar as novas ferramentas do fazer jornalismo, como a matemática, por exemplo?

Entendemos que as principais ferramentas para a execução das matérias na atualidade são computador,a informática e a rede, e um pequeno detalhe, a habilidade utilizá-los.

Para Meyer, o jornalista de um futuro já quase presente vai necessitar de conhecimentos em pesquisas quantitativas e de opinião, pesquisa de campo, ferramentas de informática e uma boa base em estatística e matemática para operacionalizar o trabalho jornalístico.

Inicia-se então o “pesadelo” daqueles que escolheram comunicação social como profissão, aprender matemática, estatística, etc..., para uma profissão que outrora contrariava-se aos números, será um duro desafio.

A utilização das
tecnologias da notícia na produção jornalística pode ser um inestimável aliado. Porém, apesar de sua crescente importância e dependência da tecnologia, não podemos esquecer que o bom jornalismo continuará baseado nos mesmos princípios de sempre; selecionar, apurar e redigir a notícia, buscando manter o sentido ético que a atividade exige.

segunda-feira, 24 de março de 2008

Matemática e o jornalismo.


A maioria dos alunos que ingressam em um curso de comunicação social leva “um certo choque” ao se deparar com algumas matérias como “marketing” e “estatística” até mesmo porque escolheram a área de humanas para fugir da “maldita” e tão famigerada matemática.

Mas a relevância da matemática para um comunicador é fundamental, não somente para a analise de gráficos e planilhas, mas sim para interpretar informações relevantes à política, economia e principalmente entender o mundo contemporâneo e globalizado em que vivemos.

A matemática também ajuda a gestão do cotidiano jornalístico, um bom jornalista é aquele que consegue se programar e consequentemente atingir um bom desempenho em suas atividades. Saber gerir o tempo, criatividade e dinamismo são atributos necessários tanto para um jornalista como para um administrador de empresas, lembrando que este último tem a formação totalmente voltada para a área de exatas.
No Brasil, um exemplo é o jornalista Joelmir Beting conhecido como “O homem que rima números”.
Familiaridade que Joelmir tem para falar de economia de um modo simples e conciso para os telespectadores, não é por acaso, Beting trabalha pelo menos 15 horas por dia, estuda previamente a matéria, achando seus pontos cruciais e palavras chave fazendo assim uma adaptação perfeita entre texto e linguagem econômica.

Uma outra vertente do jornalismo que tem a matemática como aliada é o “Precision Journalism” ou jornalismo de precisão, por sua vez, mediante o emprego de muitas das ferramentas dos cientistas sociais e frente às crendices populares ou do senso comum, pretende demonstrar com dados bem contrastados e estruturados os fatos e problemas sociais que muitas vezes passam despercebidos e que os poderes públicos tendem a ocultar.

Embora as verdades matemáticas sejam substituíveis, elas permanecem vivas e válidas, pois os princípios e a hipótese em que se amparam são expressões de estruturas e sistemas existentes na realidade.
E a rotina jornalística, é permeada pela a matemática seja do código binário de um computador, softwares de editoração até a simples combinação de números que formam o endereço telefônico de uma fonte.