segunda-feira, 30 de maio de 2011

Professores revelam os melhores banners

Fotos: Renata Sousa


Por Ariane Noronha

O 11° Intercap realizado nos últimos dias 27 e 28 na UMC foi um sucesso. O evento, que contou com diversas palestras destinadas aos estudantes dos cursos de comunicação social, revelou ainda os melhores posters dos projetos produzidos pelos alunos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda.

Banner ganhador 7º semestre de Publicidade e Propaganda

Os futuros comunicólogos do 3° ano de Jornalismo que apresentaram o melhor trabalho, na avaliação dos professores, foram as meninas Gláucia Francisco, Angélica Ribeiro, Vivian Fernandes e Claudia Soares, que optaram pelo tema Liga da Alegria.

Já na etapa Vôo Solo, que é feito pelos estudantes do 7° período, a vencedora do período da manhã foi a aluna Carolina Nogueira, que escolheu estudar Feiras Livres, e da noite foram Jaqueline Saiuri, Jéssica Palopoli e Juliana Cimeno, com o tema Movimentos Fotográficos. “A produção do banner foi demorada. Foram feitas duas artes antes do painel final. Conseguimos concluir o banner faltando uma semana para entregarmos. Apesar desse trabalho todo, o resultado foi gratificante”, declarou Jéssica.


O pessoal do primeiro ano de Publicidade também mandou bem na produção dos posters, no qual a melhor apresentação foi do tema Representação do Status Aquirido Aravés das Campanhas Publicitárias dos carros Fusion e Prisma, tema a ser estudado durante este ano pelas alunas Carolina Birolli, Jéssica Lima, Kátia dos Santos, Larissa Frasson, Maria Fernanda Lopes, Mayline Ramos e Tatiane Gallo.

Banner ganhador 5º semestre de Jornalismo

No projeto Propagação, realizado por estudantes do segundo ano de Publicidade, quem fez o melhor trabalho foram Danilo Silva, Kamila Muniz, Fernanda Fernandes, Mariana Santos, Isabella Monfort e Caio Almeida que escolheram o tema Comunicação Integrada de Marketing no Turismo Brasileiro. Por fim, os alunos do 7° período que se esforçaram e ganharam excelência no poster foram a equipe Viral, composta por Guilherme, Alex, Jorge, Rogério e João, que optaram pelo tema Ensaio Coca-Cola. Durante a premiação, não foi divulgado os vencedores do 5° período de Publicidade.


Gabriel Gianordoli explica como funciona o trabalho de um infografista

Profissional que atua na revista Superinteressante esteve na UMC para um bate papo com alunos do curso de Comunicação Social

Foto: Gabriela Hosomi












Gabriel Gianordoli tirou dúvidas dos alunos de comunicação social da UMC


Rodrigo Barone


O infografista Gabriel Gianordoli esteve no auditório do Centro Cultural da UMC como palestrante para ampliar a visão dos alunos dos cursos de Comunicação Social sobre a infografia.

O tema sugere representações visuais de informação. É um recurso dinâmico e muitas vezes complexo, podendo se utilizar da combinação de fotografia, desenho e texto.

Na era da velocidade e da tecnologia, a infografia é uma maneira dinâmica de apresentar muitos dados em uma página através de fotos, ilustrações e dados sobre o tema discutido.

A tarefa inicial para desenvolver uma infografia é a idéia. Posteriormente é necessário fazer o rafe e depois é vez do ilustrador colocar esta idéia em prática de uma forma visualemtne agradável. O fundamental é integrar os dados da pesquisa com as imagens que criamos, de preferência fazendo analogias”, afirma Gionordili, profissional da revista Superinteressante há três anos.

Como exemplo, Gianordili citou uma matéria publicada sobre o caso do narcotráfico no Brasil, na qual a equipe da Superinteressante desenvolveu na página, a ilustração de uma escola. “Representamos a tarefa de cada indivíduo no tráfico e seus níveis hierárcicos ilustrados no pátio de um colégio, para representar a “escola do crime”, explica o profissional.

Em outra matéria, que demonstrava o consumo, produção e exportação do milho no país, a infografia criada usava o próprio produto em forma de gráfico, dividido em fatias. O título da matéria era “Show do Milhão”. “Na infografia, conseguimos usar um gráfico demonstrativo de uma maneira mais descontraída. Este é um dos pontos fortes deste sistema”, afirma Gianordoli.

Facilidade

O objetivo da infografia é fazer com que o leitor entenda do que se trata a ilustração do gráfico de maneira rápida. Por isso, para criar uma boa ilustração não é preciso ter sempre grandes idéias. “É necessário organização visual para facilitar o leitor, que precisa ‘bater o olho’ e entender do que se trata. Por isso nem sempre o cliche é descartado”, finaliza Gianordoli.

Moletta e Ekman conversam com webjorsuperação

Foto: Thamirys Marques










Alex Moletta e Pedro Ekman conversaram com o webjor superação depois da palestra


Luis Araújo


Alex Moletta e Pedro Ekman conversaram com estudantes dos cursos de Comunicação da Universidade de Mogi das Cruzes nesta sexta-feira (27). Os dois avaliam de forma bastante positiva o contato com os futuros profissionais da área e julgam como “enriquecedora” a troca de experiências com os jovens que os ouviram durante pouco mais de uma hora.

“Acho que é fundamental e que funciona”, afirmou Ekman, que é produtor do programa A Liga, exibido às terças-feiras pela Rede Bandeirantes. “Falar com o público desse jeito não é muito diferente do que a gente faz na televisão, porque você está colocando a cara à tapa, expondo um ponto de vista, uma forma de trabalhar. A qualquer momento, alguém pode falar que não concorda com o que você está expondo. É interessante porque a gente ouve a experiência dessa pessoa e isso acaba gerando o debate”.

Ter o microfone em mãos diante de jovens prestes a ingressar no mercado de trabalho também faz Moletta se recordar dos tempos em que era estudante. E o produtor de curtas-metragens espera ter auxiliado de alguma forma aqueles que o ouviram contar um pouco da sua trajetória profissional.

“Gosto de fazer esse tipo de bate-papo, pois não tinha orientação alguma na época que comecei”, disse Moletta. “Encontrei pessoas que me ajudaram e que me passaram muita coisa que acabei aplicando e aprendendo. O que faço agora é o que eles fizeram comigo. Acho que é essa a intenção da troca de informação: a de compartilhar as experiências e poder ajudar alguém quem estiver com dúvida”.

Calcados pela experiência acumulada na área com o passar dos anos, os dois têm respostas na ponta da língua quando perguntados sobre como o mercado de trabalho aguarda os futuros profissionais da comunicação.

“Os estudantes que saem da universidade hoje em dia têm muito mais opções de atuação do que o pessoal de 20 ou 30 anos atrás, quando era só imprensa escrita ou televisiva”, ressalta Moletta.

Ekman, por sua vez, aborda uma outra questão. “Se o comunicador achar que ele é só um espaço entre quem fala e quem escuta, será um comunicador vazio. Ele tem que querer falar alguma coisa para as pessoas e isso naturalmente vai encaixá-lo no mercado porque ele vai aperfeiçoando aquilo que deseja falar. Se ele não sabe o que quer falar, não vai se encaixar em lugar nenhum”.

Um dramaturgo chamado Moletta

Foto: Thamirys Marques

Por Loriane Vicentini

No último dia 27 tivemos a primeira parte do evento Intercap 2011 na UMC. Uma das atrações principais do noite foi a presença de Alex Sandro Moletta, dramaturgo brasileiro que dominou a atenção dos presentes com suas interessantes histórias sobre a carreira durante todo o tempo que palestrou.

Moletta nasceu na cidade de São Paulo de 1972. Formou-se pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul, graduando-se em Filosofia.

Alex tornou-se dramaturgo, diretor e roteirista e escreve para teatro, cinema e faz histórias em quadrinhos publicados pela editora Via Lettera. As HQ fazem parte de um projeto independente do palestrante chamado Revista Front.

No começo da carreira, Alex se dedicou a escrever para o teatro, sob a supervisão do professor Luis Alberto de Abreu na Escola Livre de Teatro de Santo André, na grande São Paulo e depois expandiu o talento, formulando outras peças e caminhando com as próprias pernas.

Amante da história do Brasil, começou em 2003 um projeto de pesquisa sobre a história do país e mais tarde, então, surgiu o espetáculo Os Degradados, que é uma comédia baseada nas viagens dos portugueses rumo ao Novo Mundo.

Alguns anos depois, Maletta entrou para a Oficina de Autores e Roteiristas do SBT sob coordenação do também dramaturgo Calixto de Inhamus.

O roteirista trabalha, atualmente, em projetos independentes sobre o país em história em quadrinhos. Em um deles, o enredo é em torno da primeira invasão na Vila de São Vicente, em meados de 1530 e conta com uma mistura de personagens que variam entre o que é real e a fantasia. O segundo já segue outro ramo, é uma série de pequenas histórias que tem como tema principal o universo criminal e é nomeada “Fuga”.

Moletta é fundador da Companhia Fatídicos de Teatro e Audiovisual na cidade de Mauá, São Paulo e coordena projetos de iniciação cinematográfica voltadas tanto para jovens como para adultos.

Suas obras são muitas, em destaque no teatro até hoje foram principalmente: Barão de Mauá, 1996; A última semente, 1999; O circo ventura, 2003 e Os Degradados, 2005. No audiovisual, grandes curtas e longas metragens foram entregues e caíram na graça do público como o famoso Gari – O filme, produzido em 2009 na cidade de Guarujá e tem cerca de 115 minutos. Na literatura foram apenas três obras publicadas, mas que obtiveram grandes resultados como o bastante conhecido livro Vida Interior, de 2008 que reuniu as melhores poesias, contos e crônicas d o I Concurso Literário de São Caetano do Sul em uma só obra.

A visão dos professores sobre o Intercap

Fotos: Gabriela Hosomi

Evento traz a oportunidade do aluno ter uma visão sobre o mercado de trabalho


Gestora do curso de Comunicação Social Cristina Schmidt fala da importância do evento

Por Renata Rubilar


Nos dias 27 e 28 de maio a Universidade de Mogi das Cruzes promoveu a 11ª edição do Intercap (Seminário Interdisciplinar do Curso Artiulado por Projetos). Voltado a rofessores e alunos dos cursos de Publicidade e Propaganda e Jornalismo, o evento contou com a presença de profissionais da área, como Pedro Ekman, produtor do programa A Liga exibido pela TV Bandeirantes e Alex Moletta, produtor de curta metragens. No segundo dia, os convidados puderam conhecer um pouco mais sobre o mundo da Infografia através das palavras de Gabriel Gianordoli, designer da revista Superinteressante, da editora Abril.

Os professores se mostraram satisfeitos com os dois dias do evento, a gestora do curso de Comunicação Social, Cristina Schmidt explicou sobre o critério de escolha dos palestrantes. “Alguns alunos chegam com nomes e até mesmo com o contato desses profissionais, alguns palestrantes são mais simpáticos ao convite feito por alunos do que o da própria instituição”, revelou. Cristina ainda comentou sobre a importância do evento para a universidade. “O intercap é visto como uma reflexão do mercado. É uma forma não só de divulgar o curso, mas como também de dialogar com o mercado”, completou. O professor Ciro Matos falou sobre a importância da participação dos alunos em um evento como este. “Essa oportunidade que a universidade proporciona do contato com profissionais do mercado e com outras cabeças que trazem novas idéias é muito enriquecedor para os alunos”, comentou.

A longo de dez anos de Intercap, e mesmo com apenas dois dias de evento, o balanço dessa última edição foi bastante positivo, o professor Roberto Medeiros deu a sua opinião sobre esta última edição. “Pelo que nós vimos nesses dois dias eu estou muito satisfeito, acho que os convidados foram coerentes com a proposta de trazer a sua contribuição e a presença dos alunos foi muito gratificante”, salientou.





domingo, 29 de maio de 2011

A visão dos alunos


Foto: Gabriela Hosomi

Alunos de Publicidade e Propaganda e Jornalismo durante palestras de Alex Molleta e Pedro Ekman



Por Thiago Rodrigues

A Universidade de Mogi das Cruzes deu inicio ao Intercap 2011 (Seminário Interdisciplinar do Curso Articulado por Projetos) na última sexta-feira, 27, no auditório do Centro Cultural, com a presença do produtor Pedro Ekman, do programa a Liga, da Rede Bandeirantes de Televisão, e do produtor de curta metragem, Alex Moletta. Para uma palestra sobre a área de comunicação, voltado á alunos e professores.

Alunos do curso de Jornalismo e Publicidade compareceram ao Centro Cultural para acompanhar as palestras e fazer suas perguntas. O Produtor Alex Moletta abriu a noite falando sobre a comunicação em detalhes de linguagem, onde apresentou três curtas e falou sua visão sobre o jornalismo: “Qualquer conteúdo jornalístico tem começo, meio e fim”.

O produtor Perdo Ekman, seguiu a mesma linha da palestra, explicando como é feita toda a produção do programa A Liga, com todos os detalhes possíveis. Além de Ekman, era esperado a presença da repórter, Sophia Reis, que não pode comparecer por problemas na agenda.

Mas os palestrantes agradaram a todos. Em seguida alguns alunos realizaram perguntas, de censura na televisão e a imparcialidade no jornalismo. Ao fim das palestras alguns alunos de Publicidade deram sua opinião sobre o Intercap 2011.

A aluna do primeiro ano de Publicidade, Mayline Medeiros, comenta que achou a palestra muito interessante, “gosto muito do programa A Liga, eu acho os temas importante, faço Publicidade, mesmo o tema sendo voltado para o jornalismo mas é comunicação em geral, então acho que é muito válido para o Intercap”, completou a aluna.

As estudantes Wanderly Nepomucino e Lucian Geudes, ambos do segundo ano de Publicidade dizeram que o Intercap esse ano foi mais positivo que o do ano passado em relação aos convidados, “foi bem legal mesmo, com temas que envolveram tanto a área de Jornalismo como de Publicidade”. E Wanderly completou: “Foi muito interessante trazer essas duas pessoas, não apenas para abrir a visão dos estudantes de jornalismo, mas também, para nós de Publicidade, com a exibição dos curtas.

Mirian Morais, aluna do terceiro ano de Publicidade, achou interessante a palestra sobre novos formatos, “diferente dos outros anos, que era sempre feito no Bezerrão, senti os palestrantes mais próximos do público, com um tema atual e moderno”, confirmou Mirian.

Já o aluno Diego Cunha do quarto ano de Publicidade, comenta: “achei legal, foi muito interessante, principalmente sobre A Liga. O que era realmente o que eu queria ver, mas não só a forma como ele se expressou como o formato que ele apresentou, gostei bastante,. Até já me inscrevi nas palestras de amanhã, estou bastante interessado sobre a parte dos videocast”, mas lamentou pelo fato de serem só dois dias, “só achei chato ser apenas dois dias, deveria ter mais tempo, igual era antes” completou.

Inovação é tema de palestra realizada no Intercap











Pedro Ekman e Alex Molleta falam sobre inovação

Foto: Thamirys Marques

Gláucia Francisco

Produção de Conteúdo, inovação de novos gêneros e formatos jornalísticos, foram os temas da palestra realizada no dia 27 de maio, no Centro Cultural da Universidade de Mogi das Cruzes. O evento contou com a presença de Pedro Ekman produtor de conteúdo, do programa “A liga” exibido pela TV Bandeirantes e com Alex Molleta, produtor de Curta-Metragem em Vídeo Digital.

O produtor de curtas contou como surgiu a iniciativa de criar uma oficina de cinema e vídeo na região do grande ABC, e disse que a principal dificuldade dos recém formados era de produzir curtas sem ter equipamentos necessários. E que hoje com a tecnologia digital e a democratização da internet, é possível produzir curtas com um orçamento de baixo custo e com uma ótima qualidade. “Porém é preciso saber inovar, ter talento, dedicação e motivação” afirma Alex.

Foto:Thamirys Marques










Segundo curta assistido. "Diferente, mas igual" abordou diversidade e inclusão

Os alunos assistiram três Curtas - Metragens com duração de um minuto e meio cada e com um custo máximo de 300 reais. O primeiro foi o premiado Américo, o segundo foi o curta Diferente, mas igual, que abordava sobre diversidade e inclusão, e por último o Curta Todos os dias da nossa vida, produzido pelos alunos da Oficina de Cinema e Vídeo.

Pedro Eckman discutiu sobre a ausência do pluralismo e diversidade na imprensa brasileira, e gerou algumas polêmicas ao declarar que produz um jornalismo parcial. “Toda comunicação é necessariamente persuasão” uma frase conhecida da Semiótica. Ele acredita que o sucesso do programa é devido à inovação do formato. “O intuito do programa é reestruturar as formas de fazer jornalismo, criar uma nova narrativa, inovar” diz Pedro.

Questionados se já sofreram algum tipo de censura, ambos afirmaram que enfrentaram essa situação algumas vezes. E que é natural se deparar com essas questões quando se trabalha com comunicação. “Foram poucas as vezes que a emissora se posicionou contra em relação a uma sugestão de tema, mas nunca se interferiu na estruturação das reportagens” afirma Pedro.

“Houve situações em que eu fiz uma auto censura, entrei em conflitos éticos. Pois sou um grande defensor da liberdade de imprensa. Porém toda liberdade traz responsabilidade, é importante se conscientizar em relação a isto”, diz Alex.

No encerramento do evento os convidados ressaltaram a importância de criatividade, e da inovação para garantir um espaço na carreira jornalística e na de áudio visual. Pedro Eckman diz que para ser um bom profissional é preciso ter conteúdo, ritmo e cumprir os prazos.