quarta-feira, 19 de março de 2008

Tv digital bom sinal

HDTV: a nova coqueluche da sociedade e isso é só o começo

Com a chegada da TV digital, muitas pessoas ficam em duvida quanto ao “sinal” que virá dela. A TV digital para o telespectador soa como algo fora do convencional, e por isso muitas pessoas ainda tem duvidas sobre a chegada da TV digital. A imagem digital é associada à imagem que vemos no DVD, que são superiores aos videocassetes. O dvd quando chegou ao consumo brasileiro melhorou a imagem vista por todos na telinha.

Hoje em dia a transmissão convencional traz uma resolução média de 500 linhas, com a tv digital em alta definição essa transmissão aumenta mais de 100% passando para uma média de 1080 linhas.

A única preocupação do brasileiro é a compra do decodificador chamado de set top box, utilizado para captar canais da tv aberta digital, assim chamada. As produtoras e emissoras de TV, ficam mais preocupadas por exemplo com a maquiagem de um ator, ou até checar a falta foi mesmo dentro da área já que a tv digital permitirá ter zoom. Segundo alexandre Hashimoto, especialista em tecnologia digital, "A tv digital vai beneficiar a dinâmica dos eventos em ambientes reais e o marketing neste mercado vai crescer".

Web: atualizações a cada minuto

Relógios Moles, de Salvador Dali (1931)
Museu de Arte de Nova York

Vários leitores procuram à internet na expectativa de encontrar notícias “fresquinhas”, de ultima hora, o que eles não conseguem encontrar no jornalismo impresso. O próprio termo on-line nos sugere algo imediato, podemos encontrar sites com um grande número de notícias atualizadas, como o Lancenet e o Terra.

O Lancenet, portal do jornal esportivo Lance!, está trabalhando com um projeto em que os leitores encaminham o próprio material (matérias, fotos, vídeos), o
Prolance! e caso este material venha a ser utilizado o Lance! Irá remunerar o leitor que postou o material.

O desafio de se manter uma página atualizada cai sobre a cabeça dos jovens webjornalistas com um tabu. Isto não é tarefa fácil, para se manter uma pagina na web com notícias constantemente atualizadas, é necessário contar com notícias provenientes das agências de notícias e contar com uma redação que produza em quantidade e qualidade.

Joelmir Beting polemiza credibilidade jornalística

Beting protagonizou Campanha do Bradesco em 2003
Ao aceitar participar de uma campanha publicitária do banco Bradesco em 2003, o conceituado jornalista econômico, Joelmir Beting, teve sua coluna diária suspensa pelos jornais O Globo e O Estado de S. Paulo, que consideraram a prática incompatível com o exercício da profissão. O fato levantou uma polêmica entre o meio: é ético utilizar a credibilidade proporcionada pela figura de um jornalista para avalizar propagandas publicitárias?
Em declaração à revista Veja, Beting afirma que se a propaganda, o produto e a empresa são nobres, não há risco de manchar a credibilidade do jornalista. Em seu artigo Posso Falar?, ele lembra que os anúncios é que pagam os salários dos jornalistas. “Se o jornalismo se envergonha da publicidade – que trate de sobreviver sem ela”, provoca. Vários jornalistas se manifestaram, defendendo ou condenando a posição do colega. Segundo Luiz Antônio Magalhães, do Observatório da Imprensa, o jornalista “poderia ter anunciado, ainda com alguma dignidade, que estava se aposentando do ofício de jornalista e passaria a se dedicar ao de palestrante, empresário de comunicação, marqueteiro, comunicólogo ou qualquer outro de sua escolha." Para Leila Cordeiro, que o conheceu pessoalmente, Beting deve ter pesado as conseqüências do seu ‘atrevimento’. “Mais uma vez Joelmir inovou e mostrou que é independente, nem que para isso tenha que enfrentar uma verdadeira execução profissional cheia de preconceitos e patrulhamentos corporativistas", completa.
Contra ou a favor, o episódio permite uma reflexão muito rica sobre os vínculos econômicos entre a isenção da informação e dos interesses das empresas de comunicação. Sabe-se que a isenção jornalística é uma lenda, mas até que ponto a credibilidade do jornalista influencia a opinião pública? É possível separar os papéis sociais, que delimitam o jornalista e o ‘garoto-propaganda’? Mas isso já é pauta para uma outra matéria...

Jornalismo x Publicidade

Propaganda se misturando ao Jornalismo: Uma nova tendência?


É cada vez mais comum ver jornalistas emprestando sua imagem para a publicidade. Seja atuando como garoto-propaganda ou fazendo merchandisign, alguns profissionais têm se aventurado nesse ramo. O "merchan", inclusive, invadiu diversos programas jornalísticos na tv, principalmente os esportivos. Mas será que a profissão de jornalista permite isso? Será que o jornalista, ao emprestar a sua imagem para uma empresa ou um produto, não perde a credibilidade?

Essa polêmica provocou um racha dentro da própria imprensa. Alguns profissionais defendem, e acham que é normal. Outros condenam, argumentando que esse não é o papel do jornalista. Um dos principais defensores do merchandising é o jornalista esportivo Milton Neves.

Já outros profissionais, como Juca Kfouri e Luiz Antonio Magalhães, condenam esta hipótese . Juca chegou, inclusive, a trocar farpas na imprensa com Milton Neves por conta disso, e Magalhães escreveu no site Observatório da Imprensa sobre o caso de Joelmir Beting, que, ao fazer uma propaganda para o Banco Bradesco, foi demitido de "O Estado de São Paulo" e de "O Globo".

O fato é que quando o jornalista opta por entrar no mundo da propaganda, ele está sujeito a questionamentos. Amanhã, a empresa a qual ele emprestou a sua imagem pode se envolver num escândalo, e por mais que ele não tenha nada a ver com isso, suas palavras serão colocadas em xeque. Ora, como ele irá escrever sobre esse caso, se ele próprio apareceu falando bem dessa empresa?
É, portanto, uma situação que deve ser evitada, assim como o merchandising nos programas de TV, sejam eles esportivos ou não. Muitas vezes a notícia é deixada de lado para que os produtos sejam anunciados, e isso é uma falta de respeito com quem está assistindo.

Jornalista tem que, além de informar, fiscalizar, cobrar, mostrar o que está errado e o que está certo. Não pode nunca associar a sua imagem a nada nem ninguém, pois, quando ele faz isso, perde aquilo que ele tem de mais precioso: a credibilidade.

Notícias de esportes tem mais dinamismo na Web



Os leitores apaixonados por esporte, que sempre abrem uma revista ou jornal a procura do respectivo caderno, com certeza estão se deliciando com as opções de notícias e entretenimento com que o assunto é tratado na Web.
Sites como Uol, Terra, Lancenet, entre outros, sempre tem as notícias sobre o assunto na mesma hora em que elas ocorrem. Seja a contratação de um jogador por determinado time, ou a contusão daquele maratonista que iria disputar a medalha de ouro, ou o resumo de um evento em tempo real, como as jogadas de uma partida de futebol ou as ultrapassagens de uma corrida de Fórmula 1, sendo atualizadas a cada minuto.
Blogs de jornalistas renomados no assunto, como Juca Kfouri, abrem espaço para o comentário das notícias postadas, gerando um bom entretenimento entre os internautas, que acabam comentando os comentarios dos outros e a discussão não tem mais fim.
As possibilidades de interação estão cada vez maiores, e neste momento devem ter internautas acessando o site http://www.radiobandeirantes.com.br/ pora escutar os jogos da Copa do Brasil e Libertadores ao vivo pela rádio on-line.

Jornalismo Santo


Cena que gerou polêmica entre evangélicos levanta questionamento sobre jornalismo tendencioso


No último domingo (16/03/2008), durante todo o programa Domingo Espetacular, da Rede Record, foi anunciada uma reportagem, baseada em uma matéria da revista "Veja", que falaria sobre preconceito religioso no Brasil.
O tal “preconceito religioso no Brasil” tratava, exatamente, de uma crítica a uma das
cenas da novela global "Duas Caras", na qual uma fanática religiosa liderava uma tentativa de linchamento contra o triângulo amoroso formado pelos personagens Bernardinho (Thiago Mendonça), Dália (Leona Cavali) e Heraldo (Alexandre Slaviero) .
A reportagem, última a ser exibida no programa, ouviu líderes religiosos e especialistas em televisão e dramaturgia, todos se posicionando de forma crítica à cena. "As cenas foram consideradas chocantes",
afirmou o Domingo Espetacular e para a Record, a trama mostra os evangélicos como fanáticos violentos, intolerantes e preconceituosos. Ao final da matéria, o programa disse que a Globo havia dito, através de nota oficial, que o intuito da trama não é incitar o preconceito, mas sim, questioná-lo.
Parando por um minuto para raciocinar sobre o tipo de jornalismo que se vê hoje em dia, no qual, teoricamente, se busca de forma intensa a neutralidade e a imparcialidade, mostrando os fatos como realmente são, sem atacar ou defender qualquer uma das partes, podemos questionar o perfil da matéria exibida pela emissora paulista.
Não é segredo pra ninguém que a Record pertence à Igreja Universal do Reino de Deus, uma potência evangélica no país. E não é segredo para ninguém que, infelizmente, a maioria dos veículos de comunicação defende interesses de determinados grupos.
Entretanto, a Record, em
nota enviada à Folha Online, declarou que o jornalismo apresentado pelo Domingo Espetacular foi “neutro e imparcial”, pois “procurou ouvir as partes envolvidas na polêmica”. Contudo, por acaso, parou-se para pensar que a fanática religiosa ou qualquer outro personagem que apareceu na cena nunca teve sua religião, de fato, intitulada ou que jamais a palavra “evangélica” foi citada?
E, mesmo sendo dessa forma, a Rede Record, atacou abertamente a cena da novela, assumindo que tudo que foi mostrado estava diretamente relacionado aos evangélicos e, acrescentando ainda, que a trama em questão gera polêmica e preconceito contra esses religiosos.
Alguns podem alegar que está na cara que a trama fala sobre a religião evangélica. Mas, não se pode questionar uma associação involuntária feita pelo público que, sem dúvidas, foi baseada em algum motivo.
De qualquer forma, a pergunta que deve ser feita em relação ao jornalismo apresentado pela Rede Record é se ele foi ou não tendencioso. Se defendeu ou não interesses de determinado grupo. E independente da conclusão, se isso deve ou não acontecer.
O que realmente é importante? A notícia ou o interesse? O jornalista deve se propor a esse tipo de atividade? Ético? Não Ético? Por quê?
Sem dúvidas, essas questões é que deveriam gerar polêmica.

A superação das linguagens


Em tempos que as tecnologias digitais dominam o mundo, o rádio ainda existe

Com a chegada do rádio se pensava que os meios de comunicação impressos perderiam parte de seus leitores. A nova forma de traduzir o jornalismo fez com que os jornais se remodelassem e, hoje, a linguagem do rádio segue a tendência de organizar os conteúdos e divulgá-los em fluxo durante 24 horas.
Mas se um dia o rádio foi quase que onipotente dentre as media, atualmente, é a internet que ameaça a linguagem sonora, que lida com a imaginação dos ouvintes. Segundo Eduardo Meditsch, professor da Universidade Federal de Santa Catarina, as previsões datadas de 2000 imaginaram que o rádio mudaria em função da internet e até de nome. O que se vê na realidade é uma mídia objetiva, clara e com textos concisos. Em suma, o rádio não teve mudanças significativas provocadas pelo surgimento de outras mídias.
A internet até proporcionou maior difusão das ondas do rádio, isto é, de qualquer parte do mundo se pode acessar uma rádio disponível na rede mundial. Observa-se que para sobreviver o rádio teve que se atualizar na área tecnológica e como resultado disso, a grande diferença está na instantaneidade da informação, fato que a internet está cada vez mais procurando.
O rádio não só sobreviveu, mas está presente em quase que 100% dos lares brasileiros, sendo que muitas pessoas dão preferência à informação radiofônica por traduzir simplicidade.